Bunbury — De Todo El Mundo letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "De Todo El Mundo" de Bunbury.
Letra
Que no interrumpa lo cotidiano, Mis pensamientos
Que no me dejen sin mi sustento en vano
Que no me atrape lo mundano, si prefiero
No estar quieto, que no me pongan en un
Aprieto por algo que no est en mi mano
Que no me consuma, si como sumo, soy
Un regalo, que no le cause a nadie espanto
Si yo mismo me acuso
Que no me atrape lo mundano, si prefiero
No estar quieto, que no me pongan en un
Aprieto por algo que no est en mi mano
Soy vagabundo, siempre de paso de
Aqu de all de todo el mundo
No tengo dueo, no soy tu esclavo
Poco tuyo, y de todo el mundo
Soy vagabundo siempre de paso
De aqu de all de todo el mundo
No tengo dueo, no soy tu esclavo, un
Poco tuyo, y de todo el mundo
Que no me atrape lo mundano, si prefiero
No estar quieto, que no me pongan en un
Aprieto por algo que no est en mi mano
Que no me consuma, si como sumo, soy
Un regalo, que no le cause a nadie espanto
Si yo mismo me acuso
Que no me atrape lo mundano, si prefiero
No estar quieto, que no me pongan en un
Aprieto por algo que no est en mi mano
Soy vagabundo, siempre de paso de
Aqu de all de todo el mundo
No tengo dueo, no soy tu esclavo
Poco tuyo, y de todo el mundo
Soy vagabundo siempre de paso
De aqu de all de todo el mundo
No tengo dueo, no soy tu esclavo, un
Poco tuyo, y de todo el mundo
Que no me atrape lo mundano, si prefiero
No estar quieto, que no me pongan en un
Aprieto por algo que no est en mi mano
Que no interrumpa lo cotidiano, mis pensamientos
Tradução da letra
Que não interrompa o cotidiano, meus pensamentos
Que não me deixem sem o meu sustento em vão
Que não me apanhe o mundano, se preferir
Não fique parado, não me coloque em um
Eu aperto por algo que não está na minha mão
Que não me consuma, se como sumo, sou
Um presente, que não cause a ninguém espanto
Se eu mesmo me acusar
Que não me apanhe o mundano, se preferir
Não fique parado, não me coloque em um
Eu aperto por algo que não está na minha mão
Sou vagabundo, sempre de passagem de
Aqu de all de todo o mundo
Não tenho duelo, não sou teu escravo
Pouco teu, e de todo o mundo
Sou sempre vagabundo de passagem
De aqu de all de todo o mundo
Eu não tenho duelo, eu não sou seu escravo, um
Pouco teu, e de todo o mundo
Que não me apanhe o mundano, se preferir
Não fique parado, não me coloque em um
Eu aperto por algo que não está na minha mão
Que não me consuma, se como sumo, sou
Um presente, que não cause a ninguém espanto
Se eu mesmo me acusar
Que não me apanhe o mundano, se preferir
Não fique parado, não me coloque em um
Eu aperto por algo que não está na minha mão
Sou vagabundo, sempre de passagem de
Aqu de all de todo o mundo
Não tenho duelo, não sou teu escravo
Pouco teu, e de todo o mundo
Sou sempre vagabundo de passagem
De aqu de all de todo o mundo
Eu não tenho duelo, eu não sou seu escravo, um
Pouco teu, e de todo o mundo
Que não me apanhe o mundano, se preferir
Não fique parado, não me coloque em um
Eu aperto por algo que não está na minha mão
Que não interrompa o cotidiano, meus pensamentos