Bumblefoot — Chair Ass letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Chair Ass" de Bumblefoot.

Letra

I’ve got a chair attached to my ass for 13 hours every
day
Add two more after and before, just getting there and
away
Like thrown meat landing on a seat — just vegetating in decay
I’m squattified — too settled in, and melting into
pear-shaped dismay
Shapes and textures etched into my back on few
occasions whence I stand
Impressions of a cushion pressed into a lazy man
The furniture acts like a cookie-cutter — reforming me like wooden hands on flattened dough
Till I tear the glue of hair and sweat and go The vinyl interlocked with dimples grips my body
Till I’m just a finished pile of human relic on a legged place-mat
I fall between the tensing cracks — I feel trapped on the tracks
I don’t need feet — I’m levitated by the seat — yeah,
I’ve got chair ass
Yeah, no, something gone wrong
Here, gone, too late, I’m done
My blood pools in my thighs
I bloat and swell cold till I rise
Numb I stand, arms in clammy palms, rubber bones give
at the knee
Ankles thick but empty, couldn’t hold the gelatin mold
Watch the cardhouse man fold
Yeah, no, something gone wrong
Here, gone, too late, I’m done
Yeah, no, gone, too late, I’m done
Yeah, no, gone, too late, I’m done

Tradução da letra

Tenho uma cadeira Presa ao rabo durante 13 horas por dia.
dia
Adicione mais dois depois e antes, apenas chegando lá e
longe
Como carne atirada para um banco, vegetando em decadência.
Estou agachado - demasiado instalado, e derretendo em
desânimo em forma de pêra
Formas e texturas gravadas nas minhas costas em poucos
ocasiões de onde venho
Impressões de uma almofada pressionada num homem preguiçoso
Os móveis agem como um cortador de bolachas-reformando-me como mãos de madeira em massa achatada
Até rasgar a cola do cabelo e do suor e ir o vinil entrelaçado com covinhas agarra o meu corpo
Até eu ser uma pilha de relíquia humana acabada num tapete de pernas.
Caio entre as fendas tensas sinto-me preso nos carris
Não preciso de pés. estou levitado pelo assento.,
Tenho um rabo de cadeira.
Sim, não, algo correu mal.
Aqui, foi-se, tarde demais, já acabei.
As minhas poças de sangue nas minhas coxas
Eu incho e incho frio até me levantar
Dormente fico, braços nas palmas das mãos, ossos de borracha dão
no joelho
Tornozelos grossos, mas vazios, não aguentavam o molde de gelatina.
Vê o homem da casa de cartas a dobrar.
Sim, não, algo correu mal.
Aqui, foi-se, tarde demais, já acabei.
Sim, não, foi-se, tarde demais, já acabei.
Sim, não, foi-se, tarde demais, já acabei.