Bulldog — Víctima letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Víctima" de Bulldog.

Letra

Fui victima del tiempo
Fui victima de vos,
Pero en realidad,
Solo fui victima de mi error
Fui adornando las paredes
Con los recuerdos del ayer
Y ahí me fui dando cuenta
Que la vida se va en ese tren
Vivimos cercados por la muerte
Y eso no es una sensación
Si hasta agradecemos
Si alguien nos roba y no nos mató
Y así se vive en la actualidad
Lo sé
No intento negar la adversidad
La calle es una guerra
Y es morir o matar
Pasa, el tiempo siempre pasa
Y se cruzan las rutas
Y no encuentro el destino
Estoy viviendo sensaciones
De inseguridad por no pensar lo mismo
Más de lo mismo
Más de lo mismo
Es tu oportunidad
De liberar toda esa maldad
Y ya no siento los pies
El miedo me atrapó otra vez
Y así se vive en la actualidad
Lo sé
No intento negar la adversidad
La calle es una guerra
Y es morir o matar
Pasa, el tiempo siempre pasa
Y se cruzan las rutas
Y no encuentro el destino
Estoy viviendo sensaciones
De inseguridad por no pensar lo mismo
Más de lo mismo
Más de lo mismo
Han matado a mi vecino
Por un mísero reloj de imitación
Que presente tan oscuro
Somos náufragos en un río de terror
De terror…
Pasa, el tiempo siempre pasa
Y se cruzan las rutas
Y no encuentro el destino
Estoy viviendo sensaciones
De inseguridad por no pensar lo mismo
Más de lo mismo
Más de lo mismo.

Tradução da letra

Fui vítima do tempo
Fui vítima de TI,
Mas na verdade,
Fui vítima do meu erro
Fui adornando as paredes
Com as memórias de ontem
E foi aí que me apercebi
Que a vida vai naquele comboio
Vivemos cercados pela morte
E isso não é uma sensação
Sim até agradecemos
Se alguém nos rouba e não nos matou
E é assim que se vive hoje
Eu sei
Não estou a tentar negar a adversidade
A rua é uma guerra
E é morrer ou matar
Passa, o tempo sempre passa
E as rotas se cruzam
E não encontro o destino
Estou a viver sensações
De insegurança por não pensar o mesmo
Mais do mesmo
Mais do mesmo
É a tua oportunidade
De libertar toda essa maldade
E já não sinto os pés
O medo apanhou me outra vez
E é assim que se vive hoje
Eu sei
Não estou a tentar negar a adversidade
A rua é uma guerra
E é morrer ou matar
Passa, o tempo sempre passa
E as rotas se cruzam
E não encontro o destino
Estou a viver sensações
De insegurança por não pensar o mesmo
Mais do mesmo
Mais do mesmo
Mataram o meu vizinho
Por um mísero relógio de imitação
Que presente tão escuro
Somos náufragos num rio de terror
De terror…
Passa, o tempo sempre passa
E as rotas se cruzam
E não encontro o destino
Estou a viver sensações
De insegurança por não pensar o mesmo
Mais do mesmo
Mais do mesmo.