Brian Dewan — Cadavers letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Cadavers" de Brian Dewan.

Letra

Cadavers, cadavers, everywhere cadavers
Cadavers, cadavers
Everywhere cadavers, lying all about
Their clothing is in disarray, their teeth are falling out
Discoloring and decaying, they cannot pull their weight
They block the path of passersby until they desiccate
Faces sunken hollow, forward in a slump
Sandwiched in the wallboards, hidden in the dump
Face-down in a puddle, spoiling in the sun
Exuding hideous odors, offeding everyone
Wasting in a basement, left out in the rain
Propped up in a stairwell, dangling from a crane
Beneath a pile of rubble, hoisted up on high
Rising from the ocean, falling from the sky
Cadavers, cadavers, set them out to dry
Paint the head with pitch and put a penny in its eye
Tie it to a fender and drag it all around
Tell it that it ought to have been buried in the ground
Insult them and degrade them, they will not protest
Except with quiet gurglings arising from the chest
Kicked aside and picked on by ordinary folks
Employed by student doctors in ungodly practical jokes
Where signs of life are present, cadavers are as well
There’s no use trying to look away or hiding from the smell
Where once beloved people were, cadavers are instead
It falls upon the living to live among the dead
The fluids that they’re leaking will trickle by and by
And overnight contaminate the drinking water supply
Floating down the river, strewn along the banks
We’ll share in their diseases, we’ll join them in their ranks

Tradução da letra

Cadáveres, cadáveres, cadáveres por todo o lado
Cadáveres, cadáveres
Cadáveres por todo o lado, a mentir
A roupa está desarrumada, os dentes estão a cair.
Descoloração e deterioração, eles não podem puxar o seu peso
Bloqueiam o caminho dos transeuntes até secarem.
Faces sunken hollow, para a frente em uma queda
Entalado nas paredes, escondido na lixeira
De barriga para baixo numa poça, a mimar ao sol
Exluindo odores hediondos, ofegando toda a gente
A desperdiçar numa cave, deixada à chuva
Pendurado numa escada, pendurado numa grua
Sob uma pilha de escombros, erguidos no alto
Levantando-se do oceano, caindo do céu
Cadáveres, cadáveres, ponham-nos a secar.
Pinta a cabeça com Tom e põe um centavo no olho
Amarra - o a um pára-choques e arrasta-o por todo o lado.
Diz-lhe que devia ter sido enterrado no chão.
Insultá-los e degradá-los, eles não vão protestar
Excepto com gurglings silenciosos que surgem do peito
Posto de lado e Gozado por pessoas comuns
Empregado por estudantes doutores em brincadeiras impiedosas
Onde há sinais de vida, também há cadáveres.
Não vale a pena tentar desviar o olhar ou esconder-se do cheiro.
Onde outrora amavam-se as pessoas, os cadáveres são em vez disso.
Cai sobre os vivos para viver entre os mortos
Os fluidos que estão a verter vão escorrer de um lado para o outro.
E contaminar de um dia para o outro o abastecimento de água potável
Flutuando pelo rio, espalhado pelas margens
Vamos partilhar as doenças deles, juntamo-nos a eles nas fileiras deles.