Bourvil — Les haricots letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Les haricots" de Bourvil.

Letra

On doit chanter ce que l'on aime

Exalter tout ce qui est beau

C'est pour cela qu'en un poème

Je vais chanter les haricots



Alors que tout repose encore

Dès le premier cocorico

A qu'il est doux quant vient l'aurore

De voir semer les haricots



Et puis un jour sortant de terre

Et se dressant toujours plus haut

Vers le soleil, vers la lumière

On voit pousser les haricots



Au printemps la rose est éclose

En été, le coquelicot

Mais quel spectacle grandiose

De voir fleurir les haricots



Plus tard les paysans de France

S'agenouillant, courbant le dos

Ont l'air de faire révérence

Pour mieux cueillir les haricots



Mais ces courbettes hypocrites

Précèdent la main du bourreau

Qui les jetant dans la marmite

Met à bouillir les haricots



Et lorsque vient leur dernière heure

Ont les sert autour d'un gigot

Et chaque fois mon âme pleure

Car c'est la fin des haricots

Tradução da letra

Devemos cantar o que amamos

Exalte tudo o que é belo

É por isso que num poema

Vou cantar os feijões



Enquanto tudo ainda descansa

Do primeiro cocorico

Para isso é doce quando o amanhecer chega

Vejam os feijões semeados



E então um dia saindo da terra

E subindo cada vez mais alto

Em direcção ao sol, em direcção à luz

Vemos os feijões a crescer



Na primavera a rosa é eclodida

No verão, a papoila

Mas que espectáculo grandioso.

Para ver o feijão florescer



Mais tarde os camponeses da França

Ajoelhado, dobrado para trás

Parece curvar-se

Para melhor apanhar feijões



Mas estas curvas hipócritas

Antes da mão do executor

Que os atirou para a panela

Ferver os feijões



E quando a sua última hora chegar

Faça-os servir em torno de um gigot

E cada vez que a minha alma chora

Pois este é o fim dos feijões