Bocafloja — Quilombo Mocambo letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Quilombo Mocambo" de Bocafloja.

Letra

Quilombo Mocambo
En la nación del idiota
Me he refugiado en un Quilombo Mocambo
A su noción del Estado la ha rechazado
Mi Quilombo Mocambo
Quilombo Mocambo
Fue la promesa libertario
Los galardones de la excusa necesaria
La emancipación imaginaria
La sombra del borbón inalcanzable
Tengo derecho a cuestionar lo incuestinable
No se me eriza la piel con notas clásicas
Es lo sensible en mi piel de esta locura asintomática
Me falta práctica para ser el sumiso predilecto
Colgarme de los bigotes del pendejo
Y sumarme a los fervores del complejo
Muy poco efecto me surtió la catequesis
El Porfiriato, los científicos
La raza cósmica y sus tesis
Y el crucifijo es el meollo y el cura criollo
Sigo cortando caña y dando nombre a ese esclavista sin
Decoro
Sigues viviendo vendado
Esperando el águila que indique tu tesoros
Quilombo Mocambo
En la nación del idiota
Me he refugiado en un Quilombo Mocambo
A su noción del Estado la ha rechazado
Mi Quilombo Mocambo
Quilombo Mocambo
Lo veo tirándole balas al aire
Alimentando el miserable Súper Yo que lleva dentro
Glorificando aquél caudillo
Que más nunca volverá ni en el recuerdo
Lo veo pintando las mejillas ocultando la tristeza
Celebrando la bonanza que se queda en el refrán por la
Carencia
Pero, no hay dos porque ellos dicen
Que como él no existe par
Que hay que aprender a valorar la porquería del muladar
Una fanfarria al pensamiento sometido
Luego un recuerdo pa' la gloria del idiota que este pueblo ha
Digerido
Cuatro laureles de victoria al conservadurismo activo
Dale las gracias más el diezmo a la derecha radical
Que te mantiene siempre vivo
Seré juzgado por traición de algo que nunca he sido parte
Y el bruto seguirá buscando aquel cielito lindo pa' cantarle
Quilombo Mocambo
En la nación del idiota
Me he refugiado en un Quilombo Mocambo
A su noción del Estado la ha rechazado
Mi Quilombo Mocambo
Quilombo Mocambo
No tienen mínimo interés los tres poderes en mirarme
Si no hay cobijo no hay defensa en casa propia
Que es ajena
La salida fue correr para salvarse
No me has reconocido
No hay reciprocidad en el Partido
¿Por qué reivindicar lo que mi esencia no ha curtido?
Que siga este trajín carnavalesco
La ofrenda por la culpa, el sufrimiento del merezco
Estimulo del icono, la adoración del símbolo
Soy más que un elemento que no cuadra en este círculo
Soy lo que soy, no tengo máscara
Soy pueblo, soy la diáspora
No rindo pleitesía, ni amor, ni buenos días
Jamas a esa bandera de una patria que acredita
En la ironía
Seré juzgado por traición de algo que nunca he sido parte
Y el bruto seguirá buscando aquel cielito lindo pa' cantarle
Quilombo Mocambo
En la nación del idiota
Me he refugiado en un Quilombo Mocambo
A su noción del Estado la ha rechazado
Mi Quilombo Mocambo
Quilombo Mocambo
Dímelo ahora
¿a quien cobija ésta bandera?
Sólo a la hibrides engañosa
Y a la confusión exacta
Seré juzgado por traición de algo que nunca he sido parte
Y el bruto seguirá buscando aquel cielito lindo pa' cantarle
¡Libre!
¡Libre ahora!
Quilombo Mocambo
En la nación del idiota
Me he refugiado en un Quilombo Mocambo
A su noción del Estado la ha rechazado
Mi Quilombo Mocambo
Por Bocafloja, el hijo prodigo del ultimo Mocambo
Es Jim B, BeatKnock-AZ International en la base
Desde el Quilombo

Tradução da letra

Quilombo Mocambo
Na nação do idiota
Refugiei me num Quilombo Mocambo
A sua noção de Estado rejeitou a
O Meu Quilombo Mocambo
Quilombo Mocambo
Foi a promessa libertário
Os prêmios da desculpa necessária
Emancipação imaginária
A sombra do Bourbon inatingível
Tenho o direito de questionar o inquestinável
Não tenho pele eriçada com notas clássicas
É a sensibilidade na minha pele desta loucura assintomática
Não tenho prática para ser o submisso preferido
Enforcar me nos bigodes do idiota
E juntar me aos fervores do complexo
Muito pouco efeito Me surtiu a catequese
O Porfiriato, os cientistas
A raça cósmica e suas teses
E o crucifixo é o meio e o padre Crioulo
Eu continuo cortando cana e dando nome a esse escravista sem
Decoro
Ainda vives enfaixado
Esperando a águia para indicar o seu tesouros
Quilombo Mocambo
Na nação do idiota
Refugiei me num Quilombo Mocambo
A sua noção de Estado rejeitou a
O Meu Quilombo Mocambo
Quilombo Mocambo
Vejo o a atirar balas para o ar
Alimentando o miserável Super eu que ele carrega dentro
Glorificando aquele senhor da guerra
Que mais nunca voltará nem na memória
Vejo o a pintar as bochechas a esconder a tristeza
Celebrando a bonança que fica no ditado pela
Carência
Mas, não há dois porque eles dizem
Que como ele não existe par
Que devemos aprender a valorizar a porcaria do muladar
Uma fanfarra ao pensamento submetido
Então uma lembrança pa ' a glória do idiota que esta cidade tem
Digerido
Quatro louros de vitória ao conservadorismo ativo
Agradece lhe mais o dízimo à direita radical
Que te mantém sempre vivo
Serei julgado por traição de algo que nunca fiz parte
E o brutamontes vai continuar a procurar aquele bonitão cielito para cantar para ele
Quilombo Mocambo
Na nação do idiota
Refugiei me num Quilombo Mocambo
A sua noção de Estado rejeitou a
O Meu Quilombo Mocambo
Quilombo Mocambo
Os três poderes não têm o mínimo interesse em olhar para mim
Se não houver abrigo não há defesa em casa própria
Que é estranha
A saída foi correr para se salvar
Não me reconheceste
Não há reciprocidade no Jogo
Por que reivindicar o que minha essência não curtiu?
Que siga este trajín carnavalesco
A oferta pela culpa, o sofrimento do mereço
Estimulo do Ícone, a adoração do símbolo
Eu sou mais do que um elemento que não se encaixa neste círculo
Sou o que sou, não tenho máscara
Sou povo, sou a diáspora
Não rendo pleites, nem amor, nem bom dia
Nunca aquela bandeira de uma pátria que acredite
Na ironia
Serei julgado por traição de algo que nunca fiz parte
E o brutamontes vai continuar a procurar aquele bonitão cielito para cantar para ele
Quilombo Mocambo
Na nação do idiota
Refugiei me num Quilombo Mocambo
A sua noção de Estado rejeitou a
O Meu Quilombo Mocambo
Quilombo Mocambo
Diz me agora
a quem cobija esta bandeira?
Só a hibrides enganosa
E à confusão exata
Serei julgado por traição de algo que nunca fiz parte
E o brutamontes vai continuar a procurar aquele bonitão cielito para cantar para ele
Livre!
Livre agora!
Quilombo Mocambo
Na nação do idiota
Refugiei me num Quilombo Mocambo
A sua noção de Estado rejeitou a
O Meu Quilombo Mocambo
Por Bocafloja, o filho prodigo do último Mocambo
É Jim B, BeatKnock-az International na base
Do Quilombo