Bob Mould — Black Sheets Of Rain letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Black Sheets Of Rain" de Bob Mould.

Letra

Checking in every morning
To the sound of steam and caffeine
The sludge in the bottom of the cup
Just like the sludge in the stream
Slag heap keep growing higher
Every morning the sky, it’s on fire
And it’s only 9 AM again
Is there an upside to every downside?
Keep it inside, it’s a downward slide of broken glass
Keeps building in piles
And I don’t know
I don’t know if the sun ever smiles
It’s the black sheets of rain
Following me again
Everywhere I go, everywhere I’ve been
Following me again
I feel the toxins fill my blood stream
As I’m walking through the parking lot
Over and over and over and over and over and over
The clouds hanging over
Choking the life out of me The motto seems to be We work in order to be free
It’s the black sheets of rain
Following me again
Everywhere I go, everywhere I’ve been
Following me again
Over and over and over and over and over and over again
Where were you in my hour of need
I never see the sun stop shining
The clouds roll over the sunlight
Someone stopped the sun from shining
And I stand here, ready to bleed
I never see the sun stop shining
A little rain is all we need
Someone stopped the sun from shining
Where will you be in my darkest hour of need?
I never see the sun stop shining
Where will you be in my darkest hour of need?
Someone stopped the sun from shining
Here it comes again
Here it comes again
Here it comes again
Here it comes again
Here it comes again

Tradução da letra

Venho cá todas as manhãs.
Ao som do vapor e da cafeína
O lodo no fundo do copo
Tal como o lodo no riacho
Monte de escória continua crescendo mais alto
Todas as manhãs o céu está a arder
E são só 9 da manhã outra vez.
Há um lado positivo em cada lado negativo?
Mantém-no lá dentro, é um escorrega para baixo de vidro partido.
Continua a construir em pilhas
E não sei
Não sei se o sol alguma vez sorri
São os lençóis negros da chuva.
A seguir-me outra vez
Onde quer que vá, onde quer que tenha estado
A seguir-me outra vez
Sinto que as toxinas enchem a minha corrente sanguínea.
Enquanto caminhava pelo parque de estacionamento
Vezes e vezes e vezes e vezes e vezes e vezes e vezes
As nuvens pairam
Sufocando a vida fora de mim o lema parece ser que trabalhamos para sermos livres
São os lençóis negros da chuva.
A seguir-me outra vez
Onde quer que vá, onde quer que tenha estado
A seguir-me outra vez
Vezes e vezes e vezes e vezes e vezes e vezes e vezes
Onde estavas na minha hora de necessidade
Nunca vejo o sol parar de brilhar
As nuvens rolam sobre a luz do sol
Alguém impediu o sol de brilhar
E eu estou aqui, pronto para sangrar
Nunca vejo o sol parar de brilhar
Um pouco de chuva é tudo o que precisamos
Alguém impediu o sol de brilhar
Onde estarás na minha hora mais sombria de necessidade?
Nunca vejo o sol parar de brilhar
Onde estarás na minha hora mais sombria de necessidade?
Alguém impediu o sol de brilhar
Aqui vem outra vez.
Aqui vem outra vez.
Aqui vem outra vez.
Aqui vem outra vez.
Aqui vem outra vez.