Bob Dylan — On the Road Again letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "On the Road Again" de Bob Dylan.
Letra
Well, I wake up in the morning
There’s frogs inside my socks
Your mama, she’s a-hidin'
Inside the icebox
Your daddy walks in wearin'
A Napoleon Bonarparte mask
Then you ask why I don’t live here
Honey, do you have to ask?
Well, I got to pet your monkey
I get a face full of claws
I ask who’s in the fireplace
And you tell me Santa Claus
The milkman comes in He’s wearing a derby hat
And you ask why I don’t live here
Honey, how come you have to ask me that?
Well, I asked for something to eat
I’m hungry as a hog
So I get brown rice, seaweed
And a dirty hot dog
I’ve got a hole
Where my stomach disappeared
Then you ask why I don’t live here
Honey, I gotta think you’re really weird.
Your grandpa’s cane
It turns into a sword
Your grandma prays to pictures
That are pasted on a board
Everything inside my pockets
Your uncle steals
And you ask me why I don’t live here
Honey, I can’t believe that you’re for real.
Well, there’s fist fight in the kitchen
They’re enough to make me cry
The mailman comes in Even he’s gotta take a side
Even the butler
He’s got something to prove
Then you ask me why I don’t live here
Honey, how come you don’t move?
Tradução da letra
Bem, acordo de manhã.
Há sapos dentro das minhas meias
A tua mãe está a esconder-se.
Dentro do frigorífico
O teu pai entra a usar
Uma máscara de Napoleão Bonararte
Então pergunta-me porque não vivo aqui.
Querida, tens de perguntar?
Tenho de fazer festas ao teu macaco.
Tenho uma cara cheia de garras
Pergunto quem está na lareira.
E diz - me o Pai Natal
O leiteiro entra com um chapéu de derby.
E perguntas porque não vivo aqui.
Querida, porque tens de me perguntar isso?
Bem, eu pedi algo para comer.
Estou faminto como um porco.
Então eu tenho arroz castanho, algas marinhas
E um cachorro-quente sujo
Tenho um buraco
Onde o meu estômago desapareceu
Então pergunta-me porque não vivo aqui.
Querida, tenho de pensar que és mesmo estranha.
A bengala do teu avô.
Transforma-se numa espada.
A tua avó reza às fotos.
Que estão colados num tabuleiro
Tudo dentro dos meus bolsos
O teu tio rouba.
E perguntas-me porque não vivo aqui.
Querida, Não acredito que estás a falar a sério.
Bem, há uma luta de punhos na cozinha.
São suficientes para me fazer chorar
O carteiro chega até ele tem de ficar do lado dele.
Até o mordomo
Ele tem algo a provar.
Então pergunta-me porque não vivo aqui.
Querida, porque não te mexes?