Blood Red Throne — Mephitication letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Mephitication" de Blood Red Throne.
Letra
Demiurge, I ate your first flesh
And in rapture I descended upon you
Consumed all self-composed illusions
Infesting what’s left for all to breathe
Decadent human birth, frantic mutilation
Injected with needles, converted to vile
Flesh decomposed with infected bile
Devoured from inside, mouth filled with froth
Face pealed in agony when spasms contort
Skull and chest punctured with metallic probes
Consciousness preserved in chemical solution
Un-dead device for mephitic deeds
Embalmed atrocity, contamination seeds
Contamination seeds
Soaked in urine, immense seizure crawl
Alive and rotting but still able to breathe
Humanoid virus
Hangar gates open, transported inside
Gliding in pain among tanks that surrounds you
Lowered into the body slide
Skull and chest punctured with metallic probes
Consciousness preserved in chemical solution
Un-dead device for mephitic deeds
Embalmed atrocity, contamination seeds
Decadent human birth, frantic mutilation
Injected with needles, converted to vile
Flesh decomposed with infected bile
Devoured from inside, mouth filled with froth
Face pealed in agony when spasms contort
Demiurge, I ate your first flesh
And in rapture I descended upon you
Consumed all self-composed illusions
Infesting what’s left for all to breathe
Devoured from inside, mouth filled with froth
Face pealed in agony when spasms contort
Tradução da letra
Demiurgo, comi a tua primeira carne.
E em êxtase desci sobre ti
Consumiu todas as ilusões auto-compostas
Infestando o que resta para todos respirarem
Nascimento humano decadente, mutilação frenética
Injectado com agulhas, convertido em
Carne decomposta com bílis infectada
Devorada por dentro, boca cheia de espuma
Cara empalada em agonia quando espasmos contortam
Crânio e peito perfurados com sondas metálicas
Consciência preservada em solução química
Dispositivo não morto para actos mefíticos
Atrocidades embalsamadas, sementes de contaminação
Sementes de contaminação
Encharcada em urina, imensa convulsão rastejante.
Vivo e apodrecendo mas ainda capaz de respirar
Vírus humanóide
Portões do Hangar abertos, transportados para dentro
Deslizando em dor entre os tanques que o rodeiam
Abaixado no deslizamento do corpo
Crânio e peito perfurados com sondas metálicas
Consciência preservada em solução química
Dispositivo não morto para actos mefíticos
Atrocidades embalsamadas, sementes de contaminação
Nascimento humano decadente, mutilação frenética
Injectado com agulhas, convertido em
Carne decomposta com bílis infectada
Devorada por dentro, boca cheia de espuma
Cara empalada em agonia quando espasmos contortam
Demiurgo, comi a tua primeira carne.
E em êxtase desci sobre ti
Consumiu todas as ilusões auto-compostas
Infestando o que resta para todos respirarem
Devorada por dentro, boca cheia de espuma
Cara empalada em agonia quando espasmos contortam