Blinded By Faith — Alone letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Alone" de Blinded By Faith.

Letra

Your grew old and grey, alone in your corner
Time passed by so fast, life’s now far behind
Every hour is dull, you wither away day by day
With loneliness, time to kill, wounds to heal
Memories are all that remains now pictures on the wall
Sand in your hands, dust in the wind, ghosts of what was
Children, they are all across the universe it seems
But never here, or almost, mere presence in your head
You spend your days between your bed and the toilet
Longing for what you just cannot define
You weep or stand still, alone with your bones
And uncertainty as nightmares unfold
Soon, you won’t even remember your name
The stories will remain locked in your brain
Nailed to your sickbed, understanding nothing
Surrounded by strangers, their cold hands on you
They ll feed and wash you, cold carcass
Simply existing, deprived of the sparkle
They won’t answer your questions, you won’t ask
Who are you? Where am I? Will it end?
And you ll leave the hospital one bleak morning
To be buried in an anonymous graveyard
Under a pale tombstone and different skies
Forever forgotten in the arms of silence

Tradução da letra

Envelheceste e ficaste grisalho, sozinho no teu canto
O tempo passou tão rápido, que a vida está muito atrás.
Cada hora é enfadonha, você murcha dia após dia
Com solidão, tempo para matar, feridas para curar
Memórias são tudo o que resta agora imagens na parede
Areia nas tuas mãos, pó no vento, fantasmas do que era
Crianças, elas estão por todo o universo.
Mas nunca aqui, ou quase, uma mera presença na tua cabeça
Passas os dias entre a cama e a sanita
Anseio pelo que não consegues definir
Você chora ou fica quieto, sozinho com os seus ossos
E a incerteza à medida que os pesadelos se desenrolam
Em breve, nem te lembrarás do teu nome.
As histórias ficarão trancadas no teu cérebro.
Pregado à tua cama doente, não entendendo nada
Rodeado de estranhos, as suas mãos frias em ti
Eles vão alimentar-te e lavar-te, carcaça fria
Simplesmente existente, privado do brilho
Eles não vão responder às tuas perguntas, tu não vais fazer
Quem são vocês? Onde estou? Vai acabar?
E vais deixar o hospital numa manhã sombria
Ser enterrado num cemitério anónimo
Sob uma lápide pálida e céus diferentes
Para sempre esquecido nos braços do silêncio