Blaze of Perdition — When Mirrors Shatter letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "When Mirrors Shatter" de Blaze of Perdition.
Letra
«One does not become enlightened by imagining figures of light,
but by making the darkness conscious.»
On the golden throne of skulls
In the glass house of our dreams
Sits the one who rules it all
Oblivious, denied, forgotten
Self-appointed king
Hollow gaze of his tired eyes
Focused, on the mirrors on the walls
Drowning in reflections' endless maze
Restless, always searching for the I Through the dusty libraries
Of ancestral wisdom
Through the riddles
Of suspected thruths
Diving
Into the black and back again
With hope there is no hope
Into the light to see there is none
No concession
Not a single spark to be found
«Who looks outside, dreams;
Who looks inside, awakes.»
Let him cry out loud in despair
Let him dance to his own requiem
Let the bow slit his wrists
As the violin weeps
Misguided by the ego’s treacherous call
Lost in the labyrinth of countless reveals
Rebutting themselves one after another
Disguided as promises of enlightenment
All I saw was nothing but madness
All we shall see is nothing but darkness
All we shall leave is nothing but failures
All we shall gain is nothing but faceless
For no ocean of stars awaits
Nor the womb of newborn possibilities
But the shattering mirror itself
Obscure void of misguided thoughts
When darkness is conscious
All horrors end
No figures of light
When mirrors shatter
Tradução da letra
"Não nos tornamos iluminados imaginando figuras de luz,
mas tornando a escuridão consciente.»
No trono dourado dos crânios
Na casa de vidro dos nossos sonhos
Senta-te aquele que manda em tudo
Alheio, negado, esquecido
Rei auto-nomeado
O olhar oco dos seus olhos cansados
Focada, nos espelhos nas paredes
Afogando-se num labirinto interminável de reflexões
Inquieto, sempre à procura do " I " através das bibliotecas empoeiradas
Da sabedoria ancestral
Através dos enigmas
De três suspeitos
Mergulho
Para o preto e para trás outra vez
Com esperança não há esperança
Para a luz para ver não há nenhuma
Sem concessão
Nem uma centelha a ser encontrada
"Que olha para fora, sonha;
Quem olha para dentro, acorda.»
Deixa-o gritar em voz alta em desespero
Deixa-o dançar para o seu próprio requiem
Que o arco lhe corte os pulsos
Enquanto o violino chora
Desviado pelo chamamento traiçoeiro do ego
Perdido no labirinto de incontáveis revelações
Refutando-se um após o outro
Disfarçados como promessas de esclarecimento
Tudo o que vi foi apenas loucura.
Tudo o que veremos será apenas escuridão
Tudo o que vamos deixar é nada mais do que fracassos.
Tudo o que ganharemos é nada mais do que sem rosto
Pois não há oceano de estrelas à espera
Nem o útero de possibilidades recém-nascidas
Mas o espelho a partir-se
Obscuro vazio de pensamentos equivocados
Quando a escuridão está consciente
Todos os horrores acabam.
Sem figuras de luz
Quando os espelhos se partirem