Blaze of Perdition — Into the Void Again letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Into the Void Again" de Blaze of Perdition.

Letra

How do you picture the vision of your heaven?
How do you paint the dread of your hell?
What if there is no answer to be given
No truth to be revealed
Far from self — comforting lies
Far from self — deceiving truths
Silence is waiting for us Counting down our reunion
This gaping void
Always distant. Forever near
Seductive void
Never to be known
I pity you. O seekers of God
I pity you. O born of the night
As neither above nor below
Shall see your redemption
I taste brimstone and my tongue becomes fire
I melt my lips so my words become mute
From within I burn myself to ashes
I leave it all as a story untold
I run from self — comforting lies
I run from self — deceiving truths
Silence is waiting for me Counting down our reunion
This gaping void
Always distant. Forever near
Seductive void
Never to be known
We shall always roll our stones
Up the hill
And each time we shall fail
Until there is no more to roll
No top to be reached
And no us to try
For no question shall be answered
No sin forgiven
No deed remembered
And on the day
Utter tranquility shall be given away
In all its horrifying glory
No wisdom but confusion
Born of this great disclosure
No wisdom but confusion
Near death revelations
Attracted by the blinding light
Like moths we fly towards the fiery end
With hope to conquer the skies
We throw ourselves into the void again

Tradução da letra

Como você imagina a visão do seu céu?
Como é que pintas o pavor do teu inferno?
E se não Houver resposta a dar
Nenhuma verdade a ser revelada
Longe de mentiras auto-reconfortantes
Longe de verdades auto-enganadoras
O silêncio espera-nos a contar a nossa reunião
Este vazio escancarado
Sempre distante. Para sempre perto
Vazio sedutor
Nunca ser conhecido
Tenho pena de ti. Ó buscadores de Deus
Tenho pena de ti. Ó nascido da noite
Como nem acima nem abaixo
Verás a Tua redenção.
Provo enxofre e a minha língua torna-se fogo.
Derreto os meus lábios para que as minhas palavras fiquem mudas
De dentro, queimo-me até às cinzas.
Deixo tudo como uma história por contar.
Eu fujo de mentiras auto-reconfortantes.
Eu fujo de verdades auto-enganadoras.
O silêncio espera-me a contar a nossa reunião.
Este vazio escancarado
Sempre distante. Para sempre perto
Vazio sedutor
Nunca ser conhecido
Vamos sempre rolar as nossas pedras
Subindo a colina
E cada vez falharemos
Até que não haja mais para rolar
Não foi atingido nenhum topo
E não nós para tentar
Pois não será dada resposta a nenhuma pergunta
Nenhum pecado perdoado
Sem Escritura lembrada
E no dia
A tranquilidade será dada
Em toda a sua horripilante glória
Não há sabedoria senão confusão
Nascido desta grande divulgação
Não há sabedoria senão confusão
Revelações de quase morte
Atraídos pela luz ofuscante
Como as mariposas voamos para o fim ardente
Com a esperança de conquistar os céus
Atiramo-nos de novo para o vazio.