Bizardunak — Yo Luché letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Yo Luché" de Bizardunak.

Letra

Yo luché! Yo luché! Yo luché! Es mi deber!
Por quien quiera doy mi genio, si me prometen los fueros: las sagradas
libertades de un país batallador
No hubo nunca pesetero más falaz que Espartero y lo mismo te dirán de aquel
traidor que lo abrazó
Yo luché! Yo luché! Yo luché! Es mi deber!
Con la bruma y con la niebla se despierta la Bardena. Soy navarro de esta
tierra y Mola viene a por mi fe
Si no voy pronto al oeste, ahí me espera la cuneta, dejé anoche en Sartaguda
cuatro hijos y mujer
Yo luché! Yo luché! Yo luché! Es mi deber!
Fue txikia y no la CIA, se sabe en toda la ría, cuatro actores extrajeros en el
NO-DO actúan hoy
Y es que el ogro era nefasto y lo hicieron campeón de salto y voló y voló y
voló! Y todo el mundo se alegró!
Yo luché! Yo luché! Yo luché! Es mi deber!
Con mi alma despertando del letargo pendencieo del partido proletario que no
sabe que lo es
Un señor del XIX que jamás cogió un martillo no adoctrinará mi instinto ni mis
ganas de joder!
Yo luché! Yo luché! Yo luché! Es mi deber!
Quisiera mentirle al clero y decirle que no quiero su inglesias convertidas en
gigantescos gay-clubs, sus entrañas en el gancho de un humilde carnidero,
sus bienes escriturados en patrimonio común!
Yo luché! Yo luché! Yo luché! Es mi deber!
Es Sabina una mina de crapulismo enchufista, izquierdoso por el día,
sistema al anochecer, son autores zapateros, progresistas trasnochados,
mafiosos legitimados por el imperio Borbón!
Yo luché! Yo luché! Yo luché! Es mi deber!
Comisiones y UGT, quien te ha visto y quien te ve?! Obvios caballos de Troya
que no engañan ni a un bebé!
El palazo a Fidalgo me hizo saltar del sillón, es la imagen más hermosa que he
visto en televisión!
Yo luché! Yo luché! Yo luché! Es mi deber!

Tradução da letra

Eu lutei! Eu lutei! Eu lutei! É o meu dever!
Por quem quiser dou o meu génio, se me prometerem os foros: as sagradas
liberdades de um país batalhador
Nunca houve peseteiro mais falacioso do que Espartero e o mesmo te dirão daquele
traidor, que o abraçou
Eu lutei! Eu lutei! Eu lutei! É o meu dever!
Com a neblina e com a névoa acorda a Bardena. Sou o navarro desta
terra e fixe vem buscar a minha fé
Se não for para oeste em breve, a sarjeta está à minha espera, deixei ontem à noite em Sartaguda
quatro filhos e mulher
Eu lutei! Eu lutei! Eu lutei! É o meu dever!
Foi txikia e não a CIA, sabe-se em toda a Ria, quatro atores estrangeiros no
No-do actuam hoje
E é que o ogre era nefasto e eles fizeram campeão de salto e voou e voou e
voou! E todo mundo ficou feliz!
Eu lutei! Eu lutei! Eu lutei! É o meu dever!
Com minha alma despertando da letargia briguento do partido Proletário que não
ele sabe que é
Um senhor do XIX que nunca pegou um martelo não doutrinará meu instinto nem meus
apetece-te foder!
Eu lutei! Eu lutei! Eu lutei! É o meu dever!
Gostaria de mentir ao clero e dizer-lhe que não quero a sua inglesias transformadas em
gigantescos gay-clubes, suas entranhas no gancho de um humilde açougueiro,
seus bens escriturados em patrimônio comum!
Eu lutei! Eu lutei! Eu lutei! É o meu dever!
Sabina é uma mina de crapulismo plug-in, esquerda para o dia,
sistema ao anoitecer, são autores sapateiros, progressistas trasnochados,
mafiosos legitimados pelo Império Bourbon!
Eu lutei! Eu lutei! Eu lutei! É o meu dever!
Comissões e UGT, quem te viu e quem te vê?! Cavalos de Tróia óbvios
que não enganam nem um bebé!
O pau de Fidalgo me fez saltar do sofá, é a imagem mais bonita que eu já
visto na televisão!
Eu lutei! Eu lutei! Eu lutei! É o meu dever!