Biagio Antonacci — Senza un nome letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Senza un nome" de Biagio Antonacci.

Letra

Come si chiaman certe cose
che fanno tana nella mente
è come dare un nome all’aria
se vuoi chiamarmi tira un sasso
ho chiesto scusa solamente a Dio
ho chiesto aiuto solamente a Dio
e a Dio a Dio darò
senza un nome
c'è chi mi chiama lo svitato
la gloria mia l’ho messa in grolla
così bevete alla salute
di uno che ha dimenticato
senza un nome
c'è chi mi deve solo onore
riposo in riva ad ogni fiume
e vivo senza chieder posso
senza chiedere permesso
sono lo sfottuto esempio da non essere concesso
tu che ne sai della mia vita
ho avuto culo sono vivo
essere vivo non significa
avere troppe cose in casa
io sono un sogno realizzato sai
non ho passato e non ho lode
e Dio e Dio lo sa senza un nome
c'è chi mi chiama lo svitato
la gloria mia l’ho messa in grolla
così bevete alla salute
di uno che ha dimenticato
senza un nome
c'è chi mi deve solo onore
riposo in riva ad ogni fiume
e vivo senza chieder posso
senza chiedere permesso
sono lo sfottuto esempio da non essere concesso
vivo senza chieder posso
senza chiedere permesso
sono lo sfottuto
senza un nome

Tradução da letra

Como se chamam certas coisas?
que fazem o covil na mente
é como dar um nome ao ar
se me quiseres chamar atira uma pedra
Só pedi desculpa a Deus.
Só pedi ajuda a Deus.
e a Deus Darei
sem nome
há quem me chame maluco.
minha glória eu coloquei em grolla
bebam à saúde.
de alguém que se esqueceu
sem nome
há aqueles que me devem apenas honra
descansar nas margens de cada Rio
e eu vivo sem pedir posso
sem pedir permissão
Eu sou o exemplo descarado a não ser concedido
o que sabes sobre a minha vida?
Eu tinha rabo estou vivo
estar vivo não significa
ter muitas coisas em casa
Sou um sonho tornado realidade
Eu não passei e não tenho nenhum louvor
e Deus e Deus sabem sem nome
há quem me chame maluco.
minha glória eu coloquei em grolla
bebam à saúde.
de alguém que se esqueceu
sem nome
há aqueles que me devem apenas honra
descansar nas margens de cada Rio
e eu vivo sem pedir posso
sem pedir permissão
Eu sou o exemplo descarado a não ser concedido
Eu vivo sem pedir eu posso
sem pedir permissão
Eu sou o atrevido
sem nome