Benito Kamelas — Loko letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Loko" de Benito Kamelas.

Letra

No se porque, me llaman loko
Será por no creer en na
Por no entender
Los intereses que en todo hay detrás
Loko, loko, loko, loko!
Por solo ver me llaman loko
La guerra el hambre y no su paz
Por no querer ni por asomo
Ser del corral uno más
Debo de ser muy peligroso
Un personaje demencial
Porque hablo mirando a los ojos
Y me emociono y se llorar
Y vivo en un manicomio
Hace tiempo que he dejado de soñar
Mi jaula es una frontera
Donde acaba la cordura
Donde empieza la ilusión
Preso en esta madriguera
Maniatado en esta vida
¿quien le ha quitao el color?
El color, el color, el color
Por no creer, me llaman loko, Loko!
En su verdad y en la prosperidad
Por no saber, que ante todo
Lo que nunca hay que hacer es protestar
Por intentar comerme el coco
Para esta vida mejorar
Por no escuchar ni ver tampoco
Ni a los farsantes soportar
Por no seguir tanto alboroto
Ni ser el gallo del corral
Me voy cantando siempre solo
Pues soy el loko del lugar
Sin miedo a la hipocresía
Desontoxicao de la televisión
Mis calmantes son mis penas
Mi terapia es el silencio
Mi alegría oír tu voz
Con mi camisa de fuerza
Fabricada con retales
Rojos de mi corazón
Mi jaula es una frontera
Donde acaba la cordura
Donde empieza la ilusión
Preso en esta madriguera
Maniatado en esta vida
¿quien le ha quitao el color?
¿Loko yo?
Loko no
¿Loko yo?
Loko no
¿Loko yo?
Loko no, no
¿Loko yo?

Tradução da letra

Não sei porque me chamam loko
Será por não acreditar em na
Por não entender
Os interesses que em tudo há por trás
Loko, loko, loko, loko!
Só para ver chamam me loko
A guerra, a fome e não a sua paz
Por não querer nem por asomo
Ser do Curral mais um
Devo ser muito perigoso
Um personagem insano
Porque falo olhando nos olhos
E eu fico animado e ele vai chorar
E vivo num hospício
Há muito tempo que parei de sonhar
A minha jaula é uma fronteira
Onde acaba a sanidade
Onde começa a ilusão
Preso nesta toca
Maníaco nesta vida
quem lhe tirou a cor?
A cor, a cor, a cor
Por não acreditar, chamam-me loko, Loko!
Na sua verdade e na prosperidade
Por não saber, que em primeiro lugar
O que nunca devemos fazer é protestar
Por tentar comer o coco
Para esta vida melhorar
Por não ouvir ou ver também
Nem os farsantes suportar
Por não continuar tanto barulho
Nem ser o galo do Curral
Vou cantar sempre sozinho
Bem eu sou o loko do lugar
Sem medo da hipocrisia
Desontoxicao da televisão
Os meus analgésicos são as minhas dores
A minha terapia é o silêncio
Minha alegria ouvir sua voz
Com a minha camisa de força
Fabricada com retais
Vermelhos do meu coração
A minha jaula é uma fronteira
Onde acaba a sanidade
Onde começa a ilusão
Preso nesta toca
Maníaco nesta vida
quem lhe tirou a cor?
Loko eu?
Loko não
Loko eu?
Loko não
Loko eu?
Loko Não, Não
Loko eu?