Benighted — Les morsures du cerbère letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Les morsures du cerbère" de Benighted.
Letra
Distorsion de realite
Assis devant l’epigramme ou germent les visions de barbeles
Pilonnant tes ardeurs
Je souille les bancs miteux ou jadis tu abusais
De ta grace insolente, de feu ecarlate de tes joues,
Sure le sentier ou hurlent les souffles, je traine…
Tes absences me mutilent, ta candeur m’anime
Mes desirs feconds sont si pesants
Eradique ce peril barbare, qu’il cesse
Tel un parasite imposteur, je m’eternise
Afin de plonger et me desalterer
Dans un creux d’epiderme soyeux aux relents subtils
Les charmeurs de serpents
Quand viendra le solstice je deviendrai ton maitre
Dans le penombre des brumes, le chaos des tenebres
J’enroulerai ton corps dans un cocon de soie
Je fuirai la rumeur, etoufferai l’echo
Il n’y aura que la peur
Sur les traces de lutte, d’autres cellules jailliront
Les larmes brulantes rampant sur mon visage
Les morsures du cerbere
Que l’embryon meure
Dans cet enclos de ville morne
Ou jaillissent les fleurs fecondes
Le vent m’interpelle, me guide et me soumet a toi, pauvre larve
La ou tu echoues, je m’eleve de discordance
Je me fonds dans les pores
Pietinant les rudesses
Les moiteurs acides temoignent,
Trahissent tes pulsions
La lueur monochrome de ton regard trouble
Mutille mon pardon, attise le cerbere
Conjure le sang qui enivrera le gout de ta trahison
L’arrivee du gardien sur le trone
Tradução da letra
Distorção da realidade
Sentado em frente ao epigrama ou germinar as visões de barbeles
Martelando seus ardores
Eu defilho os bancos imundos ou tu abusavas
Da tua insolente graça, a ardente escarlate das tuas bochechas,
Claro que o trilho ou uivar as respirações, eu monto…
As tuas ausências mutilam-me, a tua franqueza anima-me.
Os meus desejos férteis são tão pesados
Erradique este perigo bárbaro, deixe-o parar.
Como um parasita impostor, sou para sempre
Para mergulhar e desalterar-me
Numa oca de epiderme sedosa com dicas subtis
Serpente
Quando o solstício chegar, tornar-me-ei teu mestre.
Na penumbra da névoa, o caos das trevas
Vou embrulhar o teu corpo num casulo de seda.
Vou fugir do rumor, sufocar o eco
Haverá apenas medo
Nos traços de luta, outras células surgirão
Lágrimas ardentes a rastejar na minha cara
Picadas de Cerberus
Que o embrião morre
Neste sombrio recinto da cidade
Onde florescem as flores férteis
O vento chama-me, guia-me e submete-me a ti, pobre larva.
Onde falhares, eu levanto-me da discórdia.
Misturo-me nos poros
Acariciando a rudeza
Provas ácidas,
Traí os teus impulsos.
O brilho monocromático do teu olhar perturbado
Mutilar o meu perdão, alimentar o veado
Conjure o sangue que intoxicará o sabor da sua traição.
A chegada do guardião ao trono