Beau — That Silver Door letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "That Silver Door" de Beau.

Letra

I tell of winter blizzards and of wars and opium smokers,
Whisper words of condescension as I smile and say «Goodnight».
In the flaring bright of several thousand lumens-worth of candle power,
I smile into the camera’s eye from underneath the light.
But far across the studio floor, behind the camera lies the door
That leads me from this fantasy and takes me who knows where?
For I have never contemplated opening that silver door
And asking, «sotto voce», «Is there anybody there?»
Tonight however, news is hard to come by and the crew is Somehow restless, much more restless than I’ve ever seen before.
The camera’s eye is beckoning across the void of brightness;
As the picture fades, the camera is panning to the door.
But I hold my expression tight, this face created every night,
And try to read between the lines they’ve managed to prepare,
Whilst in the dark that silver door is glowing brighter than before
And more, I hear myself ask, «Is there anybody there?»
Now no one looks at me, for there is no one there to see.
As I look out past the studio lights I know I am alone.
The crew have gone their ways, the cameras swing and idly gaze,
Their out-of-focus eyes upon the dying microphone.
But I have nothing I should fear, I know the public know I’m here
Inside this fortress fantasy; a cage of celluloid.
I run across the studio floor, fling open wide that silver door,
And through a bright and blinding silence fall into the void.

Tradução da letra

Falo de nevascas de Inverno e de guerras e Fumadores de ópio.,
Sussurra palavras de condescendência enquanto sorrio e digo"boa noite".
Na brilhante luz de vários milhares de lumens-valor de poder de vela,
Eu sorrio para o olho da câmara por baixo da luz.
Mas do outro lado do chão do estúdio, atrás da câmara está a porta.
Isso leva-me desta fantasia e leva-me sabe-se lá para onde?
Pois nunca pensei abrir aquela porta Prateada
E a perguntar, "sotto voce", " está aí alguém?»
Esta noite, no entanto, as notícias são difíceis de encontrar e a tripulação está de alguma forma inquieta, muito mais inquieta do que alguma vez vi antes.
O olho da câmara está a piscar através do vazio de brilho;
À medida que a imagem se desvanece, a câmara está a apontar para a porta.
Mas eu mantenho a minha expressão firme, este rosto criado todas as noites,
E tentar ler entre as linhas que eles conseguiram preparar,
Enquanto no escuro aquela porta Prateada brilha mais do que antes
E mais, ouço-me a perguntar: "está aí alguém?»
Agora ninguém olha para mim, pois não há ninguém lá para ver.
Enquanto olho para além das luzes do estúdio, sei que estou sozinho.
A tripulação seguiu o seu caminho, as câmaras balançam e olham de braços cruzados,
Os olhos desfocados no microfone moribundo.
Mas não tenho nada que deva temer, sei que o público sabe que estou aqui.
Dentro desta fantasia Fortaleza, uma jaula de celulóide.
Atravessei o chão do estúdio, abri a porta Prateada.,
E através de um silêncio brilhante e ofuscante cai no vazio.