Barricada — Remiendos letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Remiendos" de Barricada.

Letra

Se terminó
todo el camino ya no hay vuelta atrás.
No se despidió,
quien sabe donde acabará.
Bajo el telón
sin esperar el acto final.
La noche fue de dos, el dia del que corra más.
Ahora quien te abrazara,
que lo necesitarás,
cuando todo tuerce mal
se convierte en polvo la mojada ooohhh;
para que esto siga igual
te tendrías que clavar
mas agujas de pajar
que remiendos caben en un alma oohhhh.
No cruzan la pared,
ni una mirada amarga,
ni balas de papel…
Por mi está bien
tu quédate la cara y yo los pies,
que no quiero ver
la máquina oxidada en un andén,
no habrás más ley de reinas sin corona ni laurel,
ni vaivenes que se conviertan en un porque.
Ahora quien te abrazara,
que lo necesitarás,
cuando todo tuerce mal
se convierte en polvo la mojada ooohhh;
para que esto siga igual
te tendrías que clavar
mas agujas de pajar
que remiendos caben en un alma oohhhh.
No cruzan la pared,
ni una mirada amarga,
ni balas de papel…
Recorrer caminos que no acaben salpicando,
si preguntan diles que me fui hacia otro lado,
que empecé despacio
pero se me fue la mano,
que perdí la fila y me hice el despistado.
Ahora quien te abrazara,
que lo necesitarás,
cuando todo tuerce mal
se convierte en polvo la mojada ooohhh;
para que esto siga igual
te tendrías que clavar
mas agujas de pajar
que remiendos caben en un alma oohhhh.
No cruzan la pared,
ni una mirada amarga,
ni balas de papel…
(Gracias a Marta por esta letra)

Tradução da letra

Acabou
todo o caminho não há mais como voltar atrás.
Ele não se despediu,
quem sabe onde vai acabar.
Debaixo da cortina
sem esperar pelo acto Final.
A noite foi de dois, o dia do qual eu corro mais.
Agora quem te abraçará,
que vais precisar,
quando tudo torce mal
transforma se em pó a molhada ooohhh;
para manter isto na mesma
terias de te espetar
mais agulhas de Palheiro
que remendos cabem em uma alma oohhhh.
Não atravessam a parede,
nem um olhar amargo,
nem balas de papel…
Por mim tudo bem
tu ficas com a cara e eu com os pés,
que não quero ver
a máquina enferrujada em uma plataforma,
não haverá mais lei de rainhas sem coroa nem laurel,
não há oscilações que se tornem um porquê.
Agora quem te abraçará,
que vais precisar,
quando tudo torce mal
transforma se em pó a molhada ooohhh;
para manter isto na mesma
terias de te espetar
mais agulhas de Palheiro
que remendos cabem em uma alma oohhhh.
Não atravessam a parede,
nem um olhar amargo,
nem balas de papel…
Percorrer caminhos que não acabem salpicando,
se perguntarem diz lhes que fui para outro lado,
que comecei devagar
mas a minha mão foi se,
que perdi a fila e me tornei despistado.
Agora quem te abraçará,
que vais precisar,
quando tudo torce mal
transforma se em pó a molhada ooohhh;
para manter isto na mesma
terias de te espetar
mais agulhas de Palheiro
que remendos cabem em uma alma oohhhh.
Não atravessam a parede,
nem um olhar amargo,
nem balas de papel…
(Graças a Marta por esta letra)