Barricada — Petalos letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Petalos" de Barricada.
Letra
Cómo duele Madrid esta noche, como lloran las estrellas
Cómo la lluvia se hace sangre, en la prisión de las Ventas
Cómo en la tapia del cementerio las balas dejan su huella
Cómo los actos de venganza hacen la noche más espesa
Ya no se puede su aroma cortar… porque los pétalos besaron el viento
Ya no se puede su lucha olvidar… porque sus nombres recorren el tiempo
Cómo muere Madrid estos años enterrada en el olvido
Cómo hubo que tragar ocultando lo vivido
Cómo jugaban a cazadores Franco y sus asesinos
Cómo un camión «destartalao» las llevó a su destino
Ya no se puede su aroma cortar… porque los pétalos besaron el viento
Ya no se puede su lucha olvidar… porque sus nombres recorren el tiempo
y el caminar marcial de quienes las custodiaban
Ruido metálico de fusiles y correajes
y el corazón desbocado desde el pecho hasta las sienes
Orden de detenerse y de repente darse cuenta
que ya no hay abrazo de despedida
Morirán solas, a escasa distancia de las fosas que las van a cobijar
Ya no se puede su aroma cortar… porque los pétalos besaron el viento
Ya no se puede su lucha olvidar… porque sus nombres recorren el tiempo
Ya no se puede su aroma cortar… porque los pétalos besaron el viento
Ya no se puede su lucha olvidar… porque sus nombres recorren el tiempo
Tradução da letra
Como Madrid dói esta noite, como as estrelas choram
Como a chuva se faz sangue, na prisão das vendas
Como na tapia do cemitério as balas deixam sua marca
Como os atos de vingança tornam a noite mais espessa
Já não se pode o seu aroma cortar porque porque as pétalas beijaram o vento
Já não se pode a sua luta esquecer porque porque os seus nomes percorrem o tempo
Como Madrid morre estes anos enterrada no esquecimento
Como foi preciso engolir escondendo o vivido
Como eles jogavam caçadores Franco e seus assassinos
Como um caminhão "destartalao" os levou ao seu destino
Já não se pode o seu aroma cortar porque porque as pétalas beijaram o vento
Já não se pode a sua luta esquecer porque porque os seus nomes percorrem o tempo
e a caminhada marcial daqueles que as guardavam
Ruído metálico de espingardas e cintos
e o coração desfocado do peito para as têmporas
Ordem para parar e de repente perceber
que já não há abraço de despedida
Morrerão sozinhas, a uma curta distância das covas que as vão cobrir
Já não se pode o seu aroma cortar porque porque as pétalas beijaram o vento
Já não se pode a sua luta esquecer porque porque os seus nomes percorrem o tempo
Já não se pode o seu aroma cortar porque porque as pétalas beijaram o vento
Já não se pode a sua luta esquecer porque porque os seus nomes percorrem o tempo