Barricada — La balanza letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "La balanza" de Barricada.

Letra

A un lado el sudor se derrama
Y empapa el cielo que pise
Les sobran el humo y las camas
A un lado el sudor se derrama
Y empapa el cielo que pise
Les sobran el humo y las camas
Ahoga el llanto de mis pies
Mecerá(mecerá)de nuevo las alas
Para ver (para ver) como se separan
El corazón que estuvo dormido
Entre ladridos de placer
Quiere el cuchillo amanecer
Su brillo danza
Busca talar y ensombrecer
Su filo huele a mi
De los nudillos brota hiel
Y en la balanza
No queda casi nada
Y todo por hacer
Un plato rebosa miradas
El otro no sabe porque
Lo ciegan las noches robadas
A las que les cambia la piel
Morirá(morirá)en cada palabra
Al mirar (al mirar) como se desangran
Las bocas cosidas con sueño
Que nunca juegan a perder
Quiere el cuchillo enloquecer
Pero no alcanza
Entre la niebla comprender
Que viene tras de mi
Solo son huellas que barrer
Y en la balanza
No queda casi nada
Y todo por hacer
La frente mastica cadenas
Que el pecho quiere remover
Volver con las manos tan llenas
Que nada puedan recoger
Talará(talará)si no suena vida
Su caer (su caer) suena a despedida
Maldicen con tanto silencio
Que nadie lo podrá romper
Quiere el cuchillo amanecer
Su brillo danza
Busca talar y ensombrecer
Su filo huele a mi
De los nudillos brota hiel
Y en la balanza
No queda casi nada
Y todo por hacer

Tradução da letra

De lado o suor derrama
E mergulhe o céu que pisa
Sobram lhes o fumo e as camas
De lado o suor derrama
E mergulhe o céu que pisa
Sobram lhes o fumo e as camas
Afoga o choro dos meus pés
Ele vai balançar (balançar)novamente as asas
Para ver (para ver) como eles se separam
O coração que dormiu
Entre latidos de prazer
Quer a faca amanhecer
Seu brilho dança
Procure cortar e ofuscar
O seu fio cheira a mim
Dos nós dos dedos jorra fel
E na balança
Não resta quase nada
E tudo a fazer
Um prato transborda olhares
O outro não sabe porque
As noites roubadas cegam no
Às que mudam a pele
Morrerá(morrerá)em cada palavra
Ao olhar (ao olhar) como eles sangram
As bocas costuradas com sono
Que nunca jogam a perder
Quer a faca enlouquecer
Mas não chega
Entre a névoa entender
Que vem atrás de mim
São só pegadas para varrer
E na balança
Não resta quase nada
E tudo a fazer
A testa mastiga correntes
Que o peito quer mexer
Voltar com as mãos tão cheias
Que nada possam recolher
Vai cortar (cortar)se a vida não soar
Sua queda (sua queda) soa como despedida
Eles amaldiçoam com tanto silêncio
Que ninguém o pode partir
Quer a faca amanhecer
Seu brilho dança
Procure cortar e ofuscar
O seu fio cheira a mim
Dos nós dos dedos jorra fel
E na balança
Não resta quase nada
E tudo a fazer