Barbara — Seul letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Seul" de Barbara.
Letra
On est deux mon amour
Et l’amour chante et rit
Mais à la mort du jour
Dans les draps de l’ennui
On se retrouve seul
On est dix à défendre
Les vivants par des morts
Mais cloués par leurs cendres
Au poteau du remords
On se retrouve seul
On est cent qui dansons
Au bal des bons copains
Mais au dernier lampion
Mais au premier chagrin
On se retrouve seul
On est mille contre mille
A se croire les plus forts
Mais à l’heure imbécile
Où ça fait deux mille morts
On se retrouve seul
On est million à rire
Du million qui est en face
Mais deux millions de rires
N’empêchent que dans la glace
On se retrouve seul
On est mille à s’asseoir
Au sommet de la fortune
Mais dans la peur de voir
Tout fondre sous la lune
On se retrouve seul
On est cent que la gloire
Invite sans raison
Mais quand meurt le hasard
Quand finit la chanson
On se retrouve seul
On est dix à coucher
Dans le lit de la puissance
Mais devant ces armées
Qui s’enterrent en silence
On se retrouve seul
On est deux à vieillir
Contre le temps qui cogne
Mais lorsqu’on voit venir
En riant la charogne
On se retrouve seul
Tradução da letra
Somos ambos o meu amor
E o amor canta e ri
Mas até à morte do dia
Nas folhas do tédio
Encontramo-nos sozinhos
Temos dez para defender.
Os vivos pelos mortos
Mas pregados pelas suas cinzas
No Pólo do remorso
Encontramo-nos sozinhos
Somos cem dançarinos
No baile dos bons amigos
Mas no último Lampião
Mas na primeira dor
Encontramo-nos sozinhos
Somos mil contra mil.
Acreditar no mais forte
Mas no momento tolo
Onde estão dois mil mortos.
Encontramo-nos sozinhos
Somos um milhão de gargalhadas
Do Milhão que é oposto
Mas dois milhões de gargalhadas
Prevenir apenas no gelo
Encontramo-nos sozinhos
Somos mil para nos sentarmos
No auge da Fortuna
Mas com medo de ver
Todos derretem sob a lua
Encontramo-nos sozinhos
Somos cem como Glória
Prompt for no reason
Mas quando o acaso morrer
Quando a canção terminar
Encontramo-nos sozinhos
Faltam dez para a cama.
Na cama do poder
Mas diante destes exércitos
Que se enterram em silêncio
Encontramo-nos sozinhos
Somos dois a envelhecer.
Contra o tempo que ataca
Mas quando o virmos a chegar
A rir da carniça
Encontramo-nos sozinhos