Barbara — Les Mignons letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Les Mignons" de Barbara.

Letra

Avec des yeux plus grands que le ventre,
Avec des mots plus grands que le c ur,
Ils entrent dans notre existence
Côté tendresse, côté c ur.
Ils nous racontent leur enfance
En se cachant sur nos genoux
Et je ne crois pas qu’ils plaisantent
Quand ils disent: «J'ai peur de vous. «Ils nous découvrent, ils nous adorent.
Ils nous bercent avec des chansons.
Ils font bien d’autres choses encore.
Moi, je les trouve assez mignons.
Avec une belle assurance,
Une fois par mois, avec des fleurs,
Ils nous proposent une existence,
Côté coin du feu, côté c ur.
Ils ronronnent dans nos corbeilles
Et viennent manger dans nos mains
Puis, de bonne heure, ils s’ensomeillent.
Ça nous fait de joyeux matins.
Ils nous embrassent, ils nous ignorent.
Ils chantent faux sur nos chansons.
Quelquefois, ils font pire encore.
Ça ne fait rien, moi je les trouve mignons.
Un jour, ils refument le pipe
Qu’ils avaient jetée aux orties
Et voilà qu’ils prennent en grippe
La cage qu’ils s'étaient choisie.
On se dit que l’on s’aime encore
En sachant que rien ne va plus.
Ce monsieur, près de qui l’on dort,
Pourquoi donc nous avait-il plu?
On leur ouvre tout grand la porte.
On n’a plus le c ur aux chansons.
Bêtement, la vie les emporte.
Dommage, ils étaient bien mignons.
Avec des nuits de solitude,
Avec des jours de fin de mois,
On se refait des habitudes.
A vivre seul, on vit pour soi
Et voilà t’y pas qu’ils reviennent.
«Bonjour ! Tu vas bien? Me voilà.
Cette maison qui est la mienne,
Tu vois que je ne l’oublie pas. «On ne dit rien mais l’on s'étonne.
On a beau savoir la chanson,
On la trouve assez polissonne,
La dernière de nos mignons

Tradução da letra

Com olhos maiores que barriga,
Com palavras maiores que o coração,
Eles entram na nossa existência
Lado sensível, lado cardíaco.
Falam - nos da sua infância.
Escondendo-nos de joelhos
E não acho que estejam a brincar.
Quando dizem: "tenho medo de ti. "Descobrem-nos, adoram-nos.
Eles embalam-nos com canções.
Eles fazem muitas outras coisas.
Acho-os muito giros.
Com um bom seguro,
Uma vez por mês, com flores,
Eles oferecem-nos uma existência,
Lado do canto do fogo, lado C ur.
Ronronam nos nossos cestos.
E vem comer nas nossas mãos
Então, logo de manhã, eles sobem.
Faz-nos manhãs felizes.
Eles beijam-nos, ignoram-nos.
Estão a cantar a fingir nas nossas canções.
Às vezes fazem ainda pior.
Não faz mal, acho-os giros.
Um dia eles refutam o broche
Que arrojaram sobre as urtigas,
E aqui ficam com gripe.
A jaula que escolheram para si.
Achamos que ainda nos amamos.
Sabendo que já não há nada de errado.
Este cavalheiro, perto de quem dormimos,
Então porque é que gostámos dele?
Abrimos-lhes a porta.
Já não temos coração para canções.
Estupidamente, a vida leva-os.
Que pena, eram giros.
Com noites solitárias,
Com dias de fim de mês,
Estamos a habituar-nos.
Vivendo sozinhos, vivemos para nós mesmos
E eles não vão voltar.
"Olá ! Estás bem? Aqui estou eu.
Esta casa que é minha,
Não me esqueço. "Não dizemos nada, mas estamos surpreendidos.
Podemos conhecer a canção,
Achamos-a muito educada.,
A última das nossas giras