Baptiste Giabiconi — Un homme libre letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Un homme libre" de Baptiste Giabiconi.

Letra

Assis à l'écart des bancs d'écoles.
J’cherchais déjà par où m’enfuir.
Entre colin-maillard et pigeon vole,
Ces lettres à chaque fois qu’on déchire.
On fait ses devoirs, ses heures de colles,
En petit soldat qui a rien à dire.
Et un jour s’voir en camisole,
sans autre choix que d’obéir.
Mi être, mi esclave de personnes.
Je suis et resterai qu’un homme.
Mais un homme libre.
Mais un homme libre.
Sans frontière ni auréole,
J’ai gardé la foi pour me construire.
Biensûr y’a des failles qu’on rafistole
Mais chaque combat m’a fait grandir.
On s’met à croire aux belles paroles
Qui t’entendent le soir, qui vous chavire.
Dans d’autres bras on se console,
Parce qu’une seule histoire vous fais souffrir.
Mi être, mi esclave de personnes.
Je suis et resterai qu’un homme.
Mais un homme libre.
Mais un homme libre.
Mais un homme libre.
Mais un homme libre.
J’ai vu l’illusoire, l’or et l’alcool faire de vous un roi et vous détruire.
Tous ces rêves dit car qui en pleins vole
Finissent tôt ou tard par atterrir.
J’garde en mémoire des bancs d'école
Les petits soldats sans leur navire
Mes lettres à chaque fois dans les rigoles
Cherchant au hasard par où m’enfuir
Mi être, mi esclave de personnes.
Je suis et resterai qu’un homme.
Mi être, mi esclave de personnes.
Je suis et resterai qu’un homme.
Mais un homme libre.
Mais un homme libre.
Mais un homme libre.
Mais un homme libre.
(Merci à Pauline Guinez pour cettes paroles)

Tradução da letra

Sentado longe dos bancos da escola.
Já estava à procura de um sítio para gerir.
Entre colin-maillard e pombo vole,
Essas cartas todas as vezes que rasgamos.
Fazemos os trabalhos de casa, as horas da cola.,
Como um pequeno soldado que não tem nada a dizer.
E um dia ver-nos-emos em camisole,
não há escolha a não ser obedecer.
O meu ser, o meu escravo das pessoas.
Sou e continuarei a ser apenas um homem.
Mas um homem livre.
Mas um homem livre.
Sem contorno ou Halo,
Mantive a fé para me construir.
Claro que há falhas que consertamos.
Mas cada luta fez-me crescer.
Começamos a acreditar nas belas palavras
Quem te ouve à noite, que te capta.
Em outros braços nós nos consolamos,
Porque uma história faz-te sofrer.
O meu ser, o meu escravo das pessoas.
Sou e continuarei a ser apenas um homem.
Mas um homem livre.
Mas um homem livre.
Mas um homem livre.
Mas um homem livre.
Vi o ilusório, o ouro e o álcool fazer de ti um rei e destruir-te.
Todos estes sonhos dizem Porque quem em pleno voo
Mais cedo ou mais tarde acaba por aterrar.
Tenho bancos escolares em memória
Os soldadinhos sem a sua nave
As minhas cartas todas as vezes nas sarjetas
Olhando aleatoriamente para onde correr
O meu ser, o meu escravo das pessoas.
Sou e continuarei a ser apenas um homem.
O meu ser, o meu escravo das pessoas.
Sou e continuarei a ser apenas um homem.
Mas um homem livre.
Mas um homem livre.
Mas um homem livre.
Mas um homem livre.
(Agradecimentos a Pauline Guinez por estas palavras)