Bajofondo — Circular letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Circular" de Bajofondo.
Letra
Siempre es terminar para volver a empezar,
el punto de partida es el de llegada.
Y vuelvo a recorrer el círculo sin fin
que nunca voy a terminar, que nunca voy a terminar.
El tiempo es un rincón donde no se deja ver,
en este viaje sin pasado ni futuro.
Y si lo que vendrá no será lo que fue,
ya nunca lo voy a saber, ya nunca lo voy a saber.
Voy dando vueltas, voy por ahí,
me da lo mismo frenar que seguir.
Y aunque no dejo de caminar,
no voy a ningún lugar.
La lluvia en el mar, la sombra de dos,
las marcas del sol, un ruiseñor,
el viento del sur, memoria fugaz,
orilla de luz, estrella de sal.
Siempre es terminar para volver a empezar,
el punto de partida es el de llegada.
Y vuelvo a recorrer el círculo sin fin
que nunca voy a terminar, que nunca voy a terminar.
Voy dando vueltas, voy por ahí,
me da lo mismo frenar que seguir.
Y aunque no dejo de caminar,
no voy a ningún lugar.
Voy dando vueltas, voy por ahí,
me da lo mismo frenar que seguir.
Y aunque no dejo de caminar,
no voy a ningún lugar.
La lluvia en el mar, la sombra de dos,
las marcas del sol, un ruiseñor,
el viento del sur, memoria fugaz,
orilla de luz, estrella de sal.
(Gracias a alejandra lop por esta letra)
Tradução da letra
É sempre terminar para começar de novo,
o ponto de partida é o de chegada.
E volto a percorrer o círculo sem fim
que nunca vou terminar, que nunca vou terminar.
O tempo é um canto onde não se deixa ver,
nesta viagem sem passado ou futuro.
E se o que virá não será o que foi,
nunca mais vou saber, nunca mais vou saber.
Vou dar voltas, vou por aí,
não me importo de abrandar.
E embora eu não pare de andar,
não vou a lado nenhum.
A chuva no mar, a sombra de dois,
as marcas do sol, um rouxinol,
o vento sul, memória fugaz,
Costa de luz, estrela de sal.
É sempre terminar para começar de novo,
o ponto de partida é o de chegada.
E volto a percorrer o círculo sem fim
que nunca vou terminar, que nunca vou terminar.
Vou dar voltas, vou por aí,
não me importo de abrandar.
E embora eu não pare de andar,
não vou a lado nenhum.
Vou dar voltas, vou por aí,
não me importo de abrandar.
E embora eu não pare de andar,
não vou a lado nenhum.
A chuva no mar, a sombra de dois,
as marcas do sol, um rouxinol,
o vento sul, memória fugaz,
Costa de luz, estrela de sal.
(Graças a alejandra lop por esta letra)