Babet — La chambre des toujours letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "La chambre des toujours" de Babet.

Letra

Dans la chambre des toujours
Je n’ai pas fais l’amour mais j’y ai pensé seule
Dans mon grand lit défait
Sous une voûte argentée les roses de l'été
Ont parfumé ma nuit
Dans la chambre des toujours
Ton visage flouté dans mes rêves d'été
A parcouru mon corps et ma nuit esseulée
J’ai cru un peu te toucher dans mon sommeil isolé
J’ai même entendu un accordéon perdu
Du temps à perdre dans la nuit
Le matin blanc attendra que l’on se perde, ébloui
Et suivre les rivages d’antan
Du temps à perdre la nuit…
Dans la chambre des toujours
Je n’ai pas fais l’amour mais j’y ai pensé seule
Dans mon grand lit défait
Sous une voûte argentée les roses de l'été
Ont parfumé ma nuit
Dans la chambre des toujours
Ton visage flouté dans mes rêves d'été
A parcouru mon corps et ma nuit esseulée
J’ai cru un peu te toucher dans mon sommeil isolé
J’ai même entendu un accordéon perdu
Du temps à perdre dans la nuit
Le matin blanc attendra que l’on se perde, ébloui
Et suivre les rivages d’antan
Du temps à perdre la nuit…
Si tu revenais un jour
Dans la chambre des toujours
Un mot sur le lit défait
T’indiquera où me chercher
Sur la table de chevet
Tu trouveras ton portrait
Un peu grisé par la poussière
Des traces de mes doigts sur le verre

Tradução da letra

No quarto sempre
Não fiz amor, mas pensei nisso.
Na minha grande cama desfeita
Debaixo de um cofre Prateado as rosas do verão
Perfumaram a minha noite
No quarto sempre
A tua cara desfocada nos meus sonhos de Verão
Caminhei pelo meu corpo e pela minha noite solitária
Pensei que te tinha tocado um pouco no meu sono isolado.
Até ouvi um acordeão perdido.
Tempo a perder na noite
A manhã branca vai esperar que um se perca, deslumbrado
E seguir as margens do passado
Tempo a perder à noite…
No quarto sempre
Não fiz amor, mas pensei nisso.
Na minha grande cama desfeita
Debaixo de um cofre Prateado as rosas do verão
Perfumaram a minha noite
No quarto sempre
A tua cara desfocada nos meus sonhos de Verão
Caminhei pelo meu corpo e pela minha noite solitária
Pensei que te tinha tocado um pouco no meu sono isolado.
Até ouvi um acordeão perdido.
Tempo a perder na noite
A manhã branca vai esperar que um se perca, deslumbrado
E seguir as margens do passado
Tempo a perder à noite…
Se voltasses um dia
No quarto sempre
Uma palavra na cama derrotada
Vou dizer-te onde me procurar.
Na mesinha de cabeceira
Vais encontrar o teu retrato.
Um pouco tingido de pó
Vestígios dos meus dedos no vidro