Audrey Auld — Losing Faith letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Losing Faith" de Audrey Auld.

Letra

You were an oasis, when I was in the desert
But when I got to close, you’d disappear
Then you’d leave me stranded, and feed me drops of water
and tell me it was wine, and not to fear
And you gave me bread and fishes
Spoke of burning bushes
And I drank your blood, just to prove my faith
But when I cried an ocean, and asked you to come over
You took a step and sank without a trace
You were singing my song, so I gave you a halo
But you preferred to wear a crown of thorns
I was your disciple, standing in your shadow
And when you spoke, I hung on every word
And you gave me bread and fishes
Spoke of burning bushes
And I drank your blood, just to prove my faith
But when I cried an ocean, and asked you to come over
You took a step and sank without a trace
Losing faith, saving face, tryin' to live in a state of grace
And you’re not the reason I am, You’re just a man
And there’s nothing between us, could ever move a mountain
Nothing that could ever part the sea
Now I’m the one who’s bearing the cross of your creation
I’ll be crucified and you’ll be free
And you gave me bread and fishes
Spoke of burning bushes
And I drank your blood, just to prove my faith
But when I cried an ocean, and I asked you to come over
You took a step and sank without a trace
And there was I, losing faith

Tradução da letra

Eras um oásis, quando eu estava no deserto.
Mas quando eu fechava, desaparecias.
Depois deixavas - me encalhado e alimentavas-me com gotas de água.
e diz-me que era Vinho, e não ter medo
E tu deste-me pão e peixes.
Falou de arbustos ardentes
E bebi o teu sangue, só para provar a minha fé.
Mas quando chorei um oceano, e te pedi para vires cá
Deste um passo e afundaste-te sem deixar rasto.
Estavas a cantar a minha canção, por isso dei-te uma auréola.
Mas preferiste usar uma coroa de espinhos
Eu era teu discípulo, na tua sombra.
E quando você falou, Eu segurei cada palavra
E tu deste-me pão e peixes.
Falou de arbustos ardentes
E bebi o teu sangue, só para provar a minha fé.
Mas quando chorei um oceano, e te pedi para vires cá
Deste um passo e afundaste-te sem deixar rasto.
Perder a fé, salvar a cara, tentar viver num estado de graça
E tu não és a razão pela qual eu sou, és apenas um homem.
E não há nada entre nós que possa mover uma montanha
Nada que alguma vez possa separar o mar
Agora sou eu que carrego a Cruz da tua criação
Serei crucificado e tu serás livre.
E tu deste-me pão e peixes.
Falou de arbustos ardentes
E bebi o teu sangue, só para provar a minha fé.
Mas quando chorei um oceano, e pedi-te para vires cá.
Deste um passo e afundaste-te sem deixar rasto.
E lá estava eu, a perder a fé