Atmosphere — I Don't Need Brighter Days letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "I Don't Need Brighter Days" de Atmosphere.
Letra
You got me walkin' away now
You got me walkin' away
You got me walkin' away now
You got me walkin' away
It was the year of the witch
Nobody steered clear of the ditch
They say brave when you don’t flinch
But we never saw the blade, never had the chance to cringe
Don’t ever forget to put misery on the guest list
Sippin' on a memory for breakfast
Middle of the of the party, all alone
You wanna dig up bones but your claws ain’t grown
Put your half empty glass on a coaster, step backwards slow
Got a sky full of bats circlin' over the crowd
Your eyes go black when you open your mouth
I’m like, walkin on a frozen rain, wanna claim a block that’s got no complaints
But I’m dyin in a city called look at me now
Little piggy wanna cook up the cow
I’m like, might as well knock down them walls
When the earthquakes follow you for all of your faults
Let the facade fall dead in the fog
While the voices that are inside of your head applaud
I’m like, everyone got a course to fly
Run towards a rise and aim for the sky
So high, sleepin' under the stars
You outgrew the sum of your parts
I used to run wild like a child of thieves
Now I, breathe quiet in a pile of leaves
With a space heater on the back of my porch
For when I take a break from attacking your fort
You said you want it But you can’t see the center of the web because you standin on it Don’t wait to escape from the ways you escape
Just throw your hands up and say
You got me walkin' away now
You got me walkin' away
You got me walkin' away now
You got me walkin' away
I don’t need brighter days
I just need some faith
Tradução da letra
Fizeste-me ir embora agora
Fizeste-me ir embora
Fizeste-me ir embora agora
Fizeste-me ir embora
Era o ano da bruxa.
Ninguém saiu da vala
Dizem que é corajoso quando não hesitas.
Mas nunca vimos a lâmina, nunca tivemos a oportunidade de encolher
Nunca te esqueças de pôr miséria na lista de convidados.
A beber uma lembrança ao pequeno-almoço
No meio da festa, sozinho
Queres desenterrar ossos mas as tuas garras não cresceram
Põe o copo meio vazio numa base, recua devagar.
Tenho um céu cheio de morcegos a circular sobre a multidão
Os teus olhos ficam negros quando abres a boca.
Estou tipo, a caminhar sobre uma chuva congelada, quero reclamar um bloco que não tem queixas
Mas eu sou o dyin numa cidade chamada olha para mim agora
Porquinho quer cozinhar a vaca
Mais vale derrubar as paredes.
Quando os terramotos te seguirem por todas as tuas falhas
Que a fachada caia morta no nevoeiro
Enquanto as vozes que estão dentro da tua cabeça aplaudem
Toda a gente tem um rumo para voar.
Corre em direcção a uma ascensão e aponta para o céu
Tão alto, dormindo sob as estrelas
Ultrapassaste a soma das tuas partes.
Eu corria selvagem como uma criança de ladrões.
Agora eu, respiro em silêncio numa pilha de folhas
Com um aquecedor na parte de trás do meu alpendre
Para quando eu fizer uma pausa de atacar o teu forte
Disseste que o querias, mas não consegues ver o centro da teia porque estás nela. não esperas para fugir das formas como escapas.
Levanta as mãos e diz:
Fizeste-me ir embora agora
Fizeste-me ir embora
Fizeste-me ir embora agora
Fizeste-me ir embora
Não preciso de dias mais brilhantes.
Só preciso de um pouco de fé.