Arsenik — Quelque Chose A Survécu letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Quelque Chose A Survécu" de Arsenik.
Letra
C’est un battement de c ur.
C’foutu pouls d’l’asphalte et d’son chaos
1 K.O. La voix des cas sociaux.
Des bunkers.
On a tous explosé d’là-haut.
Pour tous nos soldats en bas.
Style à haut risque.
Apocalypse now.
C’est mon combat.
C’est l’nom d’ta mort.
C' «baise les schmits «étalé sur un mur.
Un homicide sonore.
La lame et l’armure.
L’alarme, le murmure du flingue.
L'âme d’un hip hop dead.
Un putain de hold-up.
Aux blocks, j’casdèd et kick sans drop.
C’est propre aux ghettos.
Un stoppe pas.
On pète instrumentaux, et têtes top de la rime.
Guette la fin c’est pour bientôt.
C’est ces halls crades.
Ces raps de malades.
Ces gars en taule
Ces mômes qu’on brade.
Ceux qui ont le sale rôle et voguent sur l’Amistad.
C’est de la haine mariée à de l’amour.
De la peine enchaînée à de la rage.
L’orage dans nos veines.
Une scène, la foule, et un putain de Shure.
C’est bad comme ceux qui saignent. (Saignent)
Tous les jours que Dieu fait (saignent).
Pour tous les sourds, y’a nos blazes sur l’enseigne.
C’est une plaie ouverte.
Ce couplet l’alerte.
C’t’enfoiré d’groupe.
Un putain d’lyric accouplé à la foudre.
C’est une course pour-suite suivi d’un crissement.
Une suite de drame.
De bons et mauvais agissements.
Ces caisses qui crament et tous ces slogans qu’on brandit.
Cette flamme dans les yeux d’mes petits frères qu’ont trop vite grandi.
C’est c’retour aux trips sombres, vrais et rudes aux sons de la rue.
En nombre les porcs grognent.
Trop crue, la rime effraie.
Dans l’ombre on nous a cru en retrait.
Loin des hits, un nouvel extrait, un beat, un mic, deux MC’s, une bombe.
C’est tous ces corps qui tombent sous les pluies de balles.
Ceux qu’on oublie, que les flics plombent poches vides et couchés sur la dalle.
C’est toutes ces douleurs assassines.
L’essence même du rap. Mes couleurs.
C’est ces espoirs que ton état cal-cine.
C’est c’qui fascine les gosses qui rêvent de liasses,
sans racines trop près de la putain de tosse, et que le démon enlaisse.
C’est un signe, c’foutu chant du schlass avant celui du cygne.
Trop puissant, le sel des larmes, l’odeur du sang, la haine de l’insigne.
C’est le jour et la nuit.
C’qui nuit au système.
Ce flow inouï.
Si t’aime, fais «Oui «de la tête.
Et le thème, c’est (Ärsenik)
C’est lui, elle, eux, toi, moi et l’autre.
Du feu ton baptême.
Celui qui hait l’armée et les enfoirés qui se vautrent.
C’est un poing dressé, un gros doigt dressé, adressé à qui de droit,
Anti-CRS et chiens dressés.
C’est Villiers-le-Bel massif, Ghetto stars au lourd passif.
Mon vécu nocif.
Quelque chose a survécu…
Tradução da letra
É um batimento cardíaco.
Maldito pulso de asfalto e o seu Caos
1 K. O. A voz dos casos sociais.
Bunker.
Fomos todos pelos ares.
Para todos os nossos soldados lá em baixo.
Estilo de alto risco.
Apocalypse Now.
Esta luta é minha.
É o nome da tua morte.
Aquele" que se lixem os idiotas " espalhado na parede.
Parece um homicídio.
A lâmina e a armadura.
O alarme, o murmúrio da arma.
A alma de um hip hop morto.
Um assalto.
Para os blocos, eu casdéd e chuto sem deixar cair.
São guetos.
Passo.
Peidamos os instrumentos e vamos ao topo da rima.
Espera pelo fim. está a chegar.
Estes são os corredores malucos.
Estes raps doentios.
Estes tipos estão presos.
Aqueles miúdos que estamos a roubar.
Aqueles que têm o papel sujo e vagueiam por Amistad.
É ódio casado com o amor.
Da dor à raiva.
A tempestade nas nossas veias.
Uma cena, a multidão,e um espectáculo.
É mau como os que sangram. (Sangrar)
Todos os dias que Deus faz (sangra).
Para todos os surdos, há as nossas chamas no cartaz.
É uma ferida aberta.
Este verso alerta-o.
Seu grupo de merda.
Um raio de uma letra juntamente com um raio.
É uma corrida pela suite seguida de um grito.
Uma sequela do drama.
Boas e más acções.
Aquelas caixas em chamas e todos os slogans que marcamos.
Aquela chama nos olhos dos meus irmãos mais novos que cresceram muito depressa.
Este é um retorno à escuridão, verdadeiras e duras viagens aos sons da rua.
Em número os porcos rosnam.
Demasiado cru, a rima assusta.
Nas sombras, acreditava-se que estávamos em retirada.
Longe dos ataques, um novo trecho, uma batida, um microfone, dois MC's, uma bomba.
São todos estes corpos que caem sob as chuvas das balas.
Os que esquecemos, a polícia a cair de bolsos vazios e deitada na laje.
São todas estas dores assassinas.
A essência do rap. As minhas cores.
São estas as esperanças que a sua condição cal-cine.
Isto é o que fascina crianças que sonham com pacotes,
não há raízes muito perto da tosse, e deixa o demónio ir-se embora.
É um sinal, é uma canção idiota antes do canto do cisne.
Demasiado poderoso, o sal das lágrimas, o cheiro do sangue, o ódio do distintivo.
É dia e noite.
Está a danificar o sistema.
É um fluxo incrível.
Se ele te ama, diz que sim.
E o tema é:)
É ele, ela, eles, tu, eu e o outro.
Do fogo o teu Baptismo.
Aquele que odeia o exército e os bastardos que chafurdam.
É um punho levantado, um dedo grande levantado, endereçado a quem direita,
Anti-CRS e cães treinados.
Aqui é Villiers-le-Bel massif, Estrelas Do Gueto com passivo pesado.
A minha experiência nociva.
Algo sobreviveu…