Antonio Flores — Pongamos Que Hablo de Madrid letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Pongamos Que Hablo de Madrid" de Antonio Flores.
Letra
Alli donde se cruzan los caminos,
donde el mar no se puede concebir,
donde regresa siempre el fugitivo,
pongamos que hablo de Madrid.
Donde el deseo viaja en ascensores,
un agujero queda para mi,
que me dejo la vida en sus rincones
pongamos que hablo de Madrid, de Madrid
Las niñas ya no quieren ser princesas,
y a los niños les da por perseguir,
el mar dentro de un vaso de ginebra
pongamos que hablo de Madrid, de Madrid
Los pajaros visitan al psiquiatra,
las estrellas se olvidan de salir,
la muerte pasa en ambulancias blancas
pongamos que hablo de Madrid, de Madrid
El Sol es una estufa de butano,
la vida un metro a punto de partir
hay una jeringuilla en el lavabo
pongamos que hablo de Madrid, de Madrid
Cuando la muerte venga a visitarme
que me lleven al sur donde naci
aqui no queda sitio para nadie
pongamos que hablo de Madrid, de Madrid,
de Madrid,
de Madrid.
Tradução da letra
Lá onde os caminhos se cruzam,
onde o mar não pode conceber,
onde o fugitivo volta sempre,
digamos que estou a falar de Madrid.
Onde o desejo viaja em elevadores,
um buraco permanece para mim,
que eu deixo a minha vida em seus cantos
digamos que estou a falar de Madrid, de Madrid
As meninas não querem mais ser princesas,
e as crianças são perseguidas,
o mar dentro de um copo de gin
digamos que estou a falar de Madrid, de Madrid
Os pássaros visitam o psiquiatra,
as estrelas esquecem de sair,
a morte passa em ambulâncias brancas
digamos que estou a falar de Madrid, de Madrid
O Sol é um fogão de butano,
a vida um metro prestes a partir
há uma seringa no lavatório
digamos que estou a falar de Madrid, de Madrid
Quando a morte vier visitar me
que me levem para o sul onde eu nasci
aqui não há lugar para ninguém
digamos que estou a falar de Madrid, de Madrid,
de Madrid,
Madrid.