Annie Crane — Lookin' Out letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Lookin' Out" de Annie Crane.

Letra

In my reoccurring dream cobblestone roadways lead me to my Grandma dear
Made my turn at the old oak tree into the front door to my, to m’Grandma dear
And across the Oriental rug into the kitchen. Water on
To my, to m’Grandma dear
Back to the screened, screened in porch in the noon sun
We sat there lookin', lookin' out
Back to a time when I was 8 playin' pin the tail on the side of our house
Back to a time when I was 10 standin' in my Dad’s boat puttin' up a tree house
Back to a time up in that tree, poutin' loud. Madeline sipping tea without me
Back, back, back to all those times. Sittin' in our porch chairs
We sat there lookin', lookin' out
Back to my first co-ed dance
Long haired boy in a dark basement stuck his tongue in my mouth
Back to the old public school. Transferred in silently
They all dresses as they pleased
And across from that old public school brick by brick stood the house
Where she used to live
Back to the day that I left home
Bottom of my luggage bag she stood framed lookin' out
In my reoccurring dream, I get up from the porch chair
She stayed there lookin' out
After all, all these years she’s still there lookin' out, lookin' out,
lookin' out
After all, all these years she’s still there lookin' out, lookin' out,
lookin' out
After all, all these years sittin' in her porch chair she’s still there lookin'
out…
Sittin' in her porch chair she’s still there lookin' out…
Sittin' in her porch chair she’s still there lookin' out…

Tradução da letra

No meu sonho recorrente estradas de paralelepípedos levam - me à minha avó querida
Fiz a minha vez no velho carvalho na porta da frente para a minha, para M'Grandma querida
E do outro lado do tapete Oriental até à cozinha. Água
À Minha, à minha querida M'Grandma
De volta ao ecrã, no alpendre ao sol do Meio-dia
Sentámo-nos ali a olhar, a olhar
De volta a um tempo em que eu tinha 8 anos a jogar "pin the tail on the side of our house"
Quando eu tinha 10 anos, no barco do meu pai, a montar uma casa na árvore.
De volta ao tempo naquela árvore, a falar alto. A Madeline a beber chá sem mim.
Para trás, para trás, para trás a todas aquelas vezes. Sentados nas nossas cadeiras de alpendre
Sentámo-nos ali a olhar, a olhar
De volta à minha primeira dança mista
Um rapaz de cabelo comprido numa cave escura enfiou a língua na minha boca.
De volta à velha escola pública. Transferido em silêncio
Todos se vestem como quiserem
E do outro lado daquela velha escola pública tijolo por tijolo ficava a casa
Onde ela vivia
No dia em que saí de casa
No fundo do meu saco de bagagem ela estava emoldurada a olhar para fora
No meu sonho recorrente, levanto-me da cadeira do alpendre.
Ela ficou lá a olhar
Afinal de contas, todos estes anos ela ainda está lá a olhar, a olhar,
cuidado
Afinal de contas, todos estes anos ela ainda está lá a olhar, a olhar,
cuidado
Afinal de contas, todos estes anos sentada na cadeira do alpendre ela ainda está lá a olhar
as…
Sentada na cadeira do alpendre, ela ainda lá está a olhar…
Sentada na cadeira do alpendre, ela ainda lá está a olhar…