Anne Sylvestre — T'en souviens-tu la Seine? letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "T'en souviens-tu la Seine?" de Anne Sylvestre.
Letra
T’en souviens-tu, la Seine,
t’en souviens-tu comm' ça me revient,
me revient la rengaine
de quand on avait rien,
de quand on avait pour tous bagages
tes deux quais pour m’y promener,
tes deux quais pour y mieux rêver?
Tu étais, tu étais mes voyages
et la mer, tu étais mes voiliers,
tu étais pour moi les paysages ignorés.
Je te disais, la Seine
qu’on avait les yeux d' la mêm' couleur.
Quand j’avais de la peine,
quand j'égarais mon cœur,
quand je trouvais la ville trop noire,
tu dorais des plages pour moi,
tu mettais ton manteau de soie,
et pour moi, qui ne voulais plus croire,
et pour moi, pour pas que je me noie,
tu faisais d’un chagrin un' histoire, une joie.
Ils te diront, la Seine,
que je n’ai plus de cœur à promener
ou que, si je promène,
c’est loin de ton quartier.
Ils te diront que je te délaisse
et pourtant je n’ai pas changé.
Non, je ne t’ai pas oubliée,
mon amie de toutes les tendresses.
J’ai gardé dans mes yeux tes reflets,
j’ai gardé tes couleurs, tes caresses pour rêver.
T’en souviens-tu, la Seine,
t’en souviens-tu comm' ça me revient,
me revient la rengaine
de quand on était bien?
Et si j’ai vu d’autres paysages,
tes deux quais m’ont tant fait rêver.
Attends-moi: j’y retournerai,
tu seras mon premier grand voyage.
et le port où je viens relâcher,
fatiguée de tant d’autres rivages oubliés.
T’en souviens-tu, la Seine,
t’en souviens-tu?
Tradução da letra
Lembras-te do Sena?,
lembras-te de como me lembro?,
Estou a apanhar-lhe o jeito.
de quando não tínhamos nada,
de quando tínhamos toda a bagagem
as tuas duas docas para eu ir até lá,
as tuas duas docas sonham melhor lá?
Tu eras, tu eras as minhas viagens
and the sea, you were my sailboats,
vocês eram as paisagens ignoradas para mim.
Estava a dizer-te, o Sena
que tínhamos olhos da mesma cor.
Quando estava com dores,
quando perdi o meu coração,
quando encontrei a cidade muito Negra,
tu destruíste praias para mim.,
estavas a usar o teu casaco de seda.,
e para mim, que já não queria acreditar,
e para mim, para não me afogar,
fizeste do luto uma história, uma alegria.
Eles dizem - te, o Sena,
que Não tenho coração para andar por aí
ou que se eu andar,
é muito longe do teu bairro.
Vão dizer-te que te vou deixar.
e ainda não mudei.
Não, Não me esqueci de ti.,
meu amigo de toda a ternura.
Mantive os teus reflexos nos meus olhos,
Guardei as tuas cores, as tuas carícias para sonhar.
Lembras-te do Sena?,
lembras-te de como me lembro?,
Estou a apanhar-lhe o jeito.
de quando éramos bons?
E se eu visse outras paisagens,
as tuas duas docas fizeram-me sonhar tanto.
Espera por mim.,
serás a minha primeira grande viagem.
e o porto onde venho libertar,
cansado de tantas outras praias esquecidas.
Lembras-te do Sena?,
lembras-te disso?