Anne Sylvestre — Pour aller retrouver ma source letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Pour aller retrouver ma source" de Anne Sylvestre.
Letra
Plus on approche de l’estuaire
Plus on se souvient du ruisseau
Qui, à peine sorti de terre
Ignore tout des grandes eaux
Qu’on ait cheminé sans histoires
Ou coulé comme un sauvageon
Tous on voudrait, comme la Loire
Revoir son mont Gerbier-De-Jonc
Revoir son mont Gerbier-De-Jonc
Je prendrai à tous les sourciers
Leurs baguettes de coudrier
Pour aller retrouver ma source
Là, je pourrai m’ensommeiller
Comme s’arrêtent de veiller
Les vieilles louves et les ourses
Lorsque j’ai glissé de ma mère
Après qu’elle eût perdu les eaux
Entre un fleuve et une rivière
On posa mon premier berceau
Et ce fut ma première ville
Entre ses jambes j’ai dormi
Si je fis des rêves fertiles
Il m’en vient encore aujourd’hui
Il m’en vient encore aujourd’hui
Je prendrai à tous les sourciers
Leurs baguettes de coudrier
Pour aller retrouver ma source
Là, je pourrai m’ensommeiller
Comme s’arrêtent de veiller
Les vieilles louves et les ourses
De tout ce qui nous prédestine
On ne sait pas le moindre mot
Ni pourquoi, toujours, je m’obstine
À suivre les chemins de l’eau
J’ai bu à toutes les fontaines
Me suis penchée sur tant de puits
Que mon image est incertaine
Je la cherche encore aujourd’hui
Je la cherche encore aujourd’hui
Je prendrai à tous les sourciers
Leurs baguettes de coudrier
Pour aller retrouver ma source
Là, je pourrai m’ensommeiller
Comme s’arrêtent de veiller
Les vieilles louves et les ourses
J’ai passé des heures entières
À jeter des pierres dans l’eau
À patauger dans des rivières
Ou les pieds dans le caniveau
Mais les vagues, toujours, s'étalent
Et les cailloux tombent au fond
Toujours, les grenouilles détalent
Et les beaux reflets se défont
Et les beaux reflets se défont
Je prendrai à tous les sourciers
Leurs baguettes de coudrier
Pour aller retrouver ma source
Là, je pourrai m’ensommeiller
Comme s’arrêtent de veiller
Les vieilles louves et les ourses
Je veux puiser dans mes richesses
Comme à la citerne le seau
Ne craignez pas la sécheresse
Il me reste encore de l’eau
Que dans ma voix elle ruisselle
Qu’elle chemine à ciel ouvert
Et tant qu’elle se renouvelle
On repoussera le désert
On repoussera le désert
Je prendrai à tous les sourciers
Leurs baguettes de coudrier
Pour aller retrouver ma source
Là, je pourrai m’ensommeiller
Comme s’arrêtent de veiller
Les vieilles louves et les ourses
Tradução da letra
Quanto mais nos aproximamos do estuário
Quanto mais nos lembramos do Riacho
Que mal saiu do chão
Ignorem todas as grandes águas
Que caminhamos sem histórias
Ou afundado como um selvagem
Tudo o que gostaríamos, como o Loire
Revoir son mont Gerbier-De-Jonc
Revoir son mont Gerbier-De-Jonc
Vou levar a todas as fontes
Os seus pauzinhos de costura
Para encontrar a minha fonte
Lá serei capaz de sol eu mesmo
Como parar de ver
Velhos Lobos e ursos
Quando escorreguei da minha mãe
Depois de perder as águas
Entre um rio e um rio
O meu primeiro berço foi posto
E foi a minha primeira cidade
Entre as pernas eu dormi
Se eu tivesse sonhos férteis
Ainda me vem à cabeça hoje
Ainda me vem à cabeça hoje
Vou levar a todas as fontes
Os seus pauzinhos de costura
Para encontrar a minha fonte
Lá serei capaz de sol eu mesmo
Como parar de ver
Velhos Lobos e ursos
De tudo o que nos predestina
Não sabemos uma palavra.
Nem por que, sempre, persisto
Para seguir os caminhos da água
Bebi em todas as fontes
Eu me inclinei em tantos poços
Que a minha imagem é incerta
Ainda estou à procura dela hoje.
Ainda estou à procura dela hoje.
Vou levar a todas as fontes
Os seus pauzinhos de costura
Para encontrar a minha fonte
Lá serei capaz de sol eu mesmo
Como parar de ver
Velhos Lobos e ursos
Passei horas
Para atirar pedras para a água
Ondulação em rios
Ou pés na sarjeta
Mas as ondas, sempre, se espalham
E os seixos caem para o fundo
Sempre, os sapos chutam
E os belos reflexos desvanecem-se
E os belos reflexos desvanecem-se
Vou levar a todas as fontes
Os seus pauzinhos de costura
Para encontrar a minha fonte
Lá serei capaz de sol eu mesmo
Como parar de ver
Velhos Lobos e ursos
Quero aproveitar a minha riqueza
Como no tanque o balde
Não tenha medo da seca
Ainda tenho Água.
Que na minha voz flui
Que ela anda em campo aberto
E desde que seja renovado
Vamos afastar o deserto
Vamos afastar o deserto
Vou levar a todas as fontes
Os seus pauzinhos de costura
Para encontrar a minha fonte
Lá serei capaz de sol eu mesmo
Como parar de ver
Velhos Lobos e ursos