Anne Sylvestre — Le baromètre letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Le baromètre" de Anne Sylvestre.

Letra

Un rustique baromètre
Voyait une tragédie
Il comportait deux fenêtres
Pour le soleil, pour la pluie
D’un côté, la mignonnette
Coiffée d’un chapeau à fleurs
Et de l’autre, le poète
Des nuages plein le cœur
Elle, méridionale
Sortait au moindre rayon
La joue rose et virginale
Et le rire en carillon
Lui, Breton venu des brumes
En capelant son ciré
Défiait grippes et rhumes
Équinoxes et marées
Bref, une histoire vulgaire
Tant il est vrai qu’aujourd’hui
Las de se faire la guerre
Autant de couples s’oublient
Pourtant, ces deux-là, naguère
Avaient aimé tout pareil
Le brouillard et la lumière
Les averses et le soleil
Puis lentement, comme s’use
Une marche sous les pas,
L’un aime et l’on s’en amuse
Ce que l’autre n’aime pas
La petite et son beau fixe
Et l’amateur de brouillard
À la fin du compte risquent
De se réveiller trop tard
Elle a mis sa robe rose
Lui se renfrogne, elle rit
Mais une averse l’arrose
Vite, vite, elle s’enfuit
Excusez, je suis frileuse
Je vous aurais bien parlé
Je suis un peu malheureuse
Boutonnez votre ciré
Fallait bien que l’amour fasse
Un effort cette fois-là
Le soleil refit surface
Et la pluie se colora
Un vieux reste de sagesse
Leur fit aimer l’arc-en-ciel
Et retrouver la tendresse,
Autant dire l’essentiel
Et retrouver la tendresse,
Autant dire l’essentiel

Tradução da letra

Um barómetro rústico
Vi uma tragédia.
Tinha duas janelas.
Pelo sol, pela chuva
De um lado, a beleza
Usando um chapéu de flor
E por outro lado, o poeta
Nuvens cheias de coração
Elle, Sul
Saiu no menor raio
Bochecha rosa e Virgem
E o riso em espanta-espíritos
Ele, o Breton veio da névoa.
Cortando-lhe a cera
Gripe desafiada e constipações
Equinócios e marés
Resumindo, uma história vulgar
Tão verdadeiro que hoje
Cansado de fazer guerra
Tantos casais esquecem-se um do outro
Mas estes dois, uma vez
Tinha amado tudo na mesma
Nevoeiro e luz
Aguaceiros e o sol
Então lentamente, como se usa
Um passeio sob os degraus,
Gosta-se e gosta-se
O que o outro não gosta
A pequena e a sua beleza
E o amante do nevoeiro
No final do risco da conta
Acordar tarde demais
Ela vestiu o vestido cor-de-rosa.
Ele grunhiu, ela riu.
Mas a água da chuva
Depressa, depressa, ela foge.
Com licença, tenho medo.
Teria falado bem contigo.
Estou um pouco infeliz.
Abotoa a cera
O amor tinha que fazer
Um esforço desta vez
O sol refina a superfície
E a chuva colorida
Um velho remanescente de sabedoria
Fizeram-nos amar o arco-íris
E recuperar ternura,
Tanto para dizer a coisa principal
E recuperar ternura,
Tanto para dizer a coisa principal