Andrés Calamaro — Tinta roja letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Tinta roja" de Andrés Calamaro.
Letra
Paredon, tinta roja en el gris del ayer
tu emosion de ladrillo feliz, sobre mi callejon con un borron viendo la esquina
y el boton que en el ancho de la noche puso el filo de la ronda como un broche.
y aquel buzon carmin, y aquel fondin donde lloraba el tano
Un rubio amor lejano, que mojaba con bombin
Donde estara mi arrabal? quien se robo mi niñez?en que rincón luna mia volcas
como entonces tu clara alegria,
veredas que yo pise, malevos que ya no son.
bajo tu cielo de raso otra noche a un pedazo de mi corazon
Paredon, tinta roja en el gris del ayer, borboton de mi sangre infeliz que verti
en el malvon de aquel balcon que la escondia.
Yo no se si fue el negro de mis penas o fue el rojo de tus venas mi sangria,
porque llego y se fue? tras el carmin y e gris fondin lejano, donde lloraba el tano.sus nostalgias de bombin
Donde estara mi arrabal? Quien se robó mi niñez?De que rincon luna mia volcas
como entonces tu clara alegria?
Veredas que yo pise, malevos que ya no son, bajo tu cielo de raso trasnocha un pedazo de mi corazón
(Gracias a Rocío por esta letra)
Tradução da letra
Paredon, tinta vermelha no cinza de ontem
o teu emosion de tijolo feliz, no meu beco com um borron a ver a esquina
e o botão que na largura da noite colocou a borda da rodada como um broche.
e o buzão carmin, e o fondin, onde o tano chorava
Um loiro amor distante, que molhava com bombin
Onde está o meu arrabal? quem roubou a minha infância?em que rincón Luna mia volcas
como então a tua clara alegria,
veredas que eu pise, malevos que já não são.
debaixo do teu céu de cetim outra noite a um pedaço do meu coração
Paredon, tinta vermelha no cinza de ontem, jorrando do meu sangue infeliz que eu derramei
no malvon daquela varanda que a escondia.
Eu não sei se foi o preto das minhas mágoas ou foi o vermelho das tuas veias a minha hemorragia,
porque é que ele veio e foi-se embora? depois do carmin e e cinzento Fardin, onde chorava o tano.suas saudades de bombin
Onde está o meu arrabal? Quem roubou a minha infância?De que rincon luna mia volcas
como então a tua clara alegria?
Veredas que eu pise, malevos que já não são, debaixo do teu céu de cetim transnocha um pedaço do meu coração
(Graças a orvalho por esta letra)