Andrés Calamaro — Milonga del trovador letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Milonga del trovador" de Andrés Calamaro.

Letra

Soy de una tierra hermosa
De América del Sur
En mezcla gaucha de indio con español
De piel y voz morochas
Vi en mi guitarra
Que al mundo van las coplas, y me fui yo
Con un rumor de nido
Volaban tras de mí
Aquellos pañuelitos en la estación
Pero soy peregrino
Y a mi nostalgia
Le canto así en la oreja del corazón:
Vamos a la distancia, sí
Que soy el trovador
Si la distancia llama
Yo jamás veré ponerse el sol
Vamos a la distancia, ya
Y si no llego, amor
Vos le darás mi alma
De argentino y de cantor
Mi casa es donde canto
Porque aprendí a escuchar
La voz de Dios que afina en cualquier lugar
Ecos que hay en las plazas
Y en las cocinas
Al borde de una cuna y atrás del mar
Si en esta andanza un día
Me espera la vejez
Ya mi niñez le hará la segunda voz;
Y al fin con dos gargantas
A mi agonía
Le cantaré en la oreja del corazón:
Vamos a la distancia, sí
Que soy el trovador
Si la distancia llama
Yo jamás veré ponerse el sol
Vamos a la distancia, ya
Y si no llego, amor
Vos le darás mi alma
De argentino y de cantor
(Gracias a Beto por esta letra)

Tradução da letra

Sou de uma bela terra
Da América do Sul
Na mistura gaúcha de índio com espanhol
De pele e voz morochas
Vi na minha guitarra
Que ao mundo vão as copas, e fui eu
Com um rumor de ninho
Voavam atrás de mim
Aqueles panos na estação
Mas Sou peregrino
E a minha nostalgia
Canto lhe assim na orelha do coração:
Vamos à distância, sim
Que sou o trovador
Se a distância chama
Eu nunca vou ver o sol nascer
Vamos à distância, já
E se eu não chegar, amor
Tu vais dar lhe a minha alma
De argentino e de cantor
A minha casa é onde canto
Porque aprendi a ouvir
A voz de Deus que afina em qualquer lugar
Ecos nas praças
E nas cozinhas
À beira de um berço e atrás do mar
Sim nesta caminhada um dia
A minha velhice está à minha espera
Já a minha infância lhe fará a segunda voz;
E finalmente com duas gargantas
À minha agonia
Vou cantar lhe na orelha do coração:
Vamos à distância, sim
Que sou o trovador
Se a distância chama
Eu nunca vou ver o sol nascer
Vamos à distância, já
E se eu não chegar, amor
Tu vais dar lhe a minha alma
De argentino e de cantor
(Obrigado a Beto por esta letra)