Andreas Vollenweider — Desert Of Rain letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Desert Of Rain" de Andreas Vollenweider.
Letra
Life in the desert of rain
We are the people who live on this plain
Waking and sleeping we wander alone
Through the wind, the sand and the stones
And the rain flashes glimmers of gold
To pleasure our eyes in the cold
No long — ago songs to poison our souls
And tomorrow never unfolds
Here are no paintings
Here spin no tales
Here lives no poet
There’s no hiding ourselves
Hard are the flints of our hearts
They link us together and keep us apart
My path crossed yours in the dark
We touched and both saw the spark
And the spark grew to flame and white heat
As our spirits awoke to a thundering beat
And the drum sings the language of time
Where your rivers flow into mine
(a glow is in the desert of rain)
Here is a painting
Here spins a tale
Here is a poem
Here’s a shelter for us You move on, you move on…
Beyond the horizon you’re gone
And the rain flashes glimmers of gold
But I’m cold, i’m freezing cold
And cold is the blade that cuts deep
From the shadows of you to my waking sleep
And the drum says a tale has been born
While i live like a flame in a storm
You’ll be the painting
You’ll be the tale
You’ll be the poem
I will tell to myself
Tradução da letra
A vida no deserto da chuva
Nós somos as pessoas que vivem nesta planície
Acordando e dormindo vagueamos sozinhos
Através do vento, da areia e das pedras
E a chuva brilha Brilhando de ouro
Para agradar os nossos olhos no frio
Não há canções de há muito tempo para envenenar as nossas almas
E o amanhã nunca se desdobra
Aqui não há quadros.
Aqui não há histórias
Aqui não vive poeta
Não nos podemos esconder.
Duras são as marcas dos nossos corações
Unem - nos e separam-nos.
O meu caminho cruzou o teu no escuro.
Tocámo - nos e ambos vimos a faísca
E a faísca tornou-se chama e calor branco
Enquanto os nossos espíritos despertavam para uma batida Trovejante
E o tambor canta a linguagem do tempo
Onde os teus rios fluem para os meus
(um brilho está no deserto da chuva)
Aqui está uma pintura.
Aqui gira um conto
Aqui está um poema.
Aqui está um abrigo para nós. segues em frente, segues em frente.…
Para lá do horizonte, foste-te embora.
E a chuva brilha Brilhando de ouro
Mas estou com frio, estou gelado
E fria é a lâmina que corta profundamente
Das Sombras de TI até ao meu sono acordado
E o tambor diz que nasceu uma história
Enquanto vivo como uma chama numa tempestade
Tu serás o quadro.
Tu serás o conto
Serás o poema
Vou dizer a mim mesmo