André Dassary — L'auberge qui chante letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "L'auberge qui chante" de André Dassary.
Letra
C’est une auberge aux vieux murs
Où, dès l’aube, on chante
Vin clair, goujons et fruits mûrs
Là, tout nous enchante
On y pourrait chaque jour
Fuir la vie méchante
C’est l’auberge de l’amour
L’auberge qui chante
L’air sent la poudre de riz
Quand avril refleurit
La campagne étonnée
Or, quand ma femme existait
Le printemps persistait
Tout au long de l’année
Comme on buvait !
Comme on vivait !
Loin des préceptes sévères
Tous, je nous vois
Levant le verre
Et chantant en chœur à mi-voix
Lorsque ma femme était là
C'était noce et gala
Sans emphase vantarde
Bals, gais festins, mots légers
Doux baisers échangés
De la cave aux mansardes
Quel temps, messieurs
Délicieux !
Quand je l'évoque, il m’enivre
Aussi, ma foi
Pour le revivre
Entonnons le chœur d’autrefois
Tradução da letra
É um albergue com paredes antigas
Onde, de madrugada, cantamos
Vinho claro, garanhões e frutos maduros
Lá, tudo nos encanta
Podíamos fazê-lo todos os dias.
Fugir da vida perversa
Esta é a Pousada do amor
A pousada que canta
O ar cheira a arroz em pó
Quando abril brilha
A campanha espantada
Agora, quando a minha mulher existiu
A primavera persistiu
Ao longo do ano
Como bebemos !
Como vivemos !
Longe dos preceitos severos
Todos nós, eu vejo-nos
Vidro de elevação
E cantando em coro a meio da voz
Quando a minha mulher estava lá
Era o casamento e a gala.
Sem te gabares
Bolas, festas gay, palavras claras
Beijos doces trocados
Da adega ao sótão
Que tempo, cavalheiros.
Delicioso !
Quando falo nisso, fico bêbado.
Além disso, a minha fé
Para reviver
Vamos cantar o Coro do passado