Ancient Rites — Fatherland letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Fatherland" de Ancient Rites.
Letra
When the restless North Sea is
Trying to gain more land
And a merciless west wind
Steals my breath
When the fierce waves are pounding on the beaches
Plain as an endless desert
Or uttermost vile storms are
Teaching my people humbleness
Then one can see my land resist
There one can see my land fight
As gloomy grey skies
Cast away the northern sun
I turn home… Always turn home
I turn home… Always turn home
And our cities and villages
Representing centuries and centuries
Seem to drown due to eternal rainfall
Or the rivers turn into Gold
I turn home… Always turn home
I turn home… Always turn home
Fatherland! I always turn to my Fatherland!
Fatherland! Keep on turning to my Fatherland!
Fatherland! Always turn to my Fatherland!
Fatherland! I always turn to my Fatherland!
Our cities seem to drown
Due to eternal rainfall
I watch the rivers
Turn into Gold
Under a genial sun
When snow capped forests
Create visions larger than life
Then I realise where I belong
My eyes have seen the continents
The beauty of foreign civilisations
An uncontrollable desire forces me to wander
Yet echoes of melancholy and remembering
The splendour being mine (make me turn home)
Where castles and towers are the sole mountains
And father time seems to have less grip
Where castles and towers are the sole mountains
There my land can be found
I turn home… Always turn home
I turn home… Always turn home
Fatherland! I always turn to my Fatherland!
Fatherland! Keep on coming to my Fatherland!
Fatherland! Always turn to my Fatherland!
Fatherland! Always turn to my Fatherland!
Tradução da letra
Quando o mar do Norte está inquieto
Tentando ganhar mais terra
E um vento oeste impiedoso
Rouba-me o fôlego
Quando as ondas ferozes batem nas praias
Plain as an endless desert
Ou as mais vis tempestades são
Ensinando ao meu povo humildade
Então pode-se ver a minha terra resistir
Lá pode-se ver a minha luta pela terra
Como céus sombrios e cinzentos
Afasta o sol do Norte
Volto para casa... volto sempre para casa
Volto para casa... volto sempre para casa
E as nossas cidades e aldeias
Representando séculos e séculos
Parecem afogar-se devido à chuva eterna.
Ou os rios se transformam em ouro
Volto para casa... volto sempre para casa
Volto para casa... volto sempre para casa
Pátria! Volto-me sempre para a minha pátria!
Pátria! Continua a virar-te para a minha pátria!
Pátria! Vira-te sempre para a minha pátria!
Pátria! Volto-me sempre para a minha pátria!
As nossas cidades parecem afogar-se
Devido à chuva eterna
Eu vejo os rios
Transforma-te em ouro
Sob um sol genial
Quando as florestas cobertas de neve
Criar visões maiores do que a vida
Então percebo onde pertenço
Os meus olhos viram os continentes
A beleza das civilizações estrangeiras
Um desejo incontrolável obriga-me a vaguear
Ainda ecos de melancolia e lembrança
O esplendor sendo meu)
Onde castelos e torres são as únicas Montanhas
E o pai tempo parece ter menos aderência
Onde castelos e torres são as únicas Montanhas
Lá a minha terra pode ser encontrada
Volto para casa... volto sempre para casa
Volto para casa... volto sempre para casa
Pátria! Volto-me sempre para a minha pátria!
Pátria! Continua a vir à minha pátria!
Pátria! Vira-te sempre para a minha pátria!
Pátria! Vira-te sempre para a minha pátria!