Ana Belen — Negra Historia ((Don't Fence Me In)) letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Negra Historia ((Don't Fence Me In))" de Ana Belen.

Letra

Negra historia la del corazón
La ruina en casa se instaló
Cuando el consuelo es que se puede estar peor
Dije apaga y vámonos!
El tiempo no vuelve atrás, no te puedo soportar
Déjame ir
Esta víbora fiel no te pudo hacer feliz
Déjame ir
No he podido alcanzar para ti ni una estrella
Nunca he conseguido darte esa sorpresa
Como aquella vez que me corté las venas
Déjame ir
Casi no hay luz en este oscuro callejón
Donde mi vida fue a parar
Cargo esta cruz, cuando caigo me levanto
No se puede pedir más
Claro que no soy tan feliz como lo son otras
Viendo a la gente como se acomoda
Rompo a llorar como una gilipoyas
Déjame ir…
Negra historia la del corazón
La ruina en casa se instaló
Cuando el consuelo es que se puede estar peor
Dije apaga y vámonos!
Nunca me dijo qué tal, al volver de trabajar
Para no hablar
No sacó ni una vez nuestro perro a pasear
Puedo jurar
Que aunque tuve ocasión no conté mis penas
Qué tipo de sangre corre por sus venas
Que soltó un eructo al verme las maletas
Déjame ir
Supe como era el infierno hasta el momento
En que le pude acuchillar
Son tantos años soportando imperturbable
Toda su brutalidad
Me fui a entregar, sin entrar me di media vuelta
Es primavera y esta luna llena
Me ha desatado sin querer la lengua
Déjame ir…

Tradução da letra

História Negra a do coração
A ruína em casa se instalou
Quando o consolo é que se pode ficar pior
Eu disse desliga e vamos!
O tempo não volta, não aguento
Deixa me ir
Esta víbora fiel não te podia fazer feliz
Deixa me ir
Não consegui alcançar para ti nem uma estrela
Nunca te consegui surpreender
Como daquela vez que cortei as veias
Deixa me ir
Quase não há luz neste beco escuro
Onde a minha vida foi parar
Eu carrego esta cruz, Quando eu caio eu me levanto
Não se pode pedir mais
Claro que não sou tão feliz como as outras
Vendo as pessoas como se acomodam
Começo a chorar como uma idiota
Deixa me ir…
História Negra a do coração
A ruína em casa se instalou
Quando o consolo é que se pode ficar pior
Eu disse desliga e vamos!
Ele Nunca me disse que tal, ao voltar do trabalho
Para não falar
Ele nem uma vez levou o nosso cão para passear
Posso jurar
Que apesar de ter tido ocasião não contei as minhas tristezas
Que tipo de sangue corre em suas veias
Que soltou um arroto ao ver as malas
Deixa me ir
Eu sabia como era o inferno até agora
Em que o podia esfaquear
São tantos anos suportando imperturbável
Toda a sua brutalidade
Fui entregar-me, sem entrar, virei-me
É primavera e esta lua cheia
Libertou me sem querer a língua
Deixa me ir…