Ana Belen — Muerto De Amor letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Muerto De Amor" de Ana Belen.
Letra
Qué es aquello que reluce
Por los altos corredores
Cierra la puerta hijo mío
Acaban de dar las once
En mis ojos sin querer
Relumbran cuatro faroles
Será que la gente aquella
Estará fregando el cobre
Siete gritos, siete sangres
Siete adormideras dobles
Quebraron opacas Lunas
En los oscuros salones
Lleno de manos cortadas
Y coronitas de flores
El mar de los juramentos
Resonaba no sé donde
Brisas de caña mojada
Y rumor de viejas voces
Resonaban por el arco
Roto de la media noche
Bueyes y rosas dormían
Solo por los corredores
Las cuatro luces clamaban
Con el furor de San Jorge
Ajo de agónica plata
La Luna menguante pone
Caballeras amarillas
A las amarillas torres
La noche llama temblando
Al cristal de los balcones
Perseguida por los mil
Perros que no la conocen
Y un olor de vino y ámbar
Viene de los corredores
Madre, cuando yo me muera
Que se enteren los señores
Pon telegramas azules
Que vayan del Sur al Norte
Tristes mujeres del valle
Bajaban su sangre de hombre
Tranquila de flor cortada
Y amarga de muslo joven
Viejas mujeres del río
Lloraban al pie del monte
Un minuto intransitable
De caballeras y nombres
Fachadas de cal ponían
Cuadrada y blanca la noche
Serafines y gitanos
Tocaban acordeones
Y el cielo daba portazos
Al brusco rumor del bosque
Mientras clamaban las luces
En los altos corredores
Tradução da letra
O que é aquilo que brilha
Pelos altos corredores
Fecha a porta, meu filho
Acabaram de dar as onze
Nos meus olhos sem querer
Quatro Lanternas brilham
Será que as pessoas
Vai limpar o cobre
Sete gritos, sete sangres
Sete dormideiras duplas
Eles quebraram luas opacas
Nos salões escuros
Cheio de mãos cortadas
E coronitas de flores
O mar dos juramentos
Ressoava não sei onde
Brisas de cana molhada
E rumor de velhas vozes
Ressoavam pelo arco
Quebrado da meia-noite
Bois e rosas dormiam
Apenas pelos corredores
As quatro luzes clamavam
Com o furor de São Jorge
Alho de agônica prata
A Lua minguante coloca
Cavaleiras amarelas
Às torres amarelas
A noite chama tremendo
Para o vidro das varandas
Perseguida pelos mil
Cães que não a conhecem
E um cheiro de vinho e âmbar
Vem dos corredores
Mãe, quando eu morrer
Que os senhores saibam
Coloque telegramas azuis
Vão do Sul para o Norte
Mulheres Tristes do Vale
Baixavam o sangue de homem
Calma de flor cortada
E amarga coxa jovem
Velhas mulheres do rio
Choravam ao pé do monte
Um minuto intransitável
De cavaleiras e nomes
Fachadas de cal colocar
Quadrado e branco a noite
Serafins e ciganos
Tocavam acordeões
E o céu dava portas
O rumor da floresta
Enquanto as luzes clamavam
Nos corredores altos