Zenet — Causas Perdidas letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Causas Perdidas" de Zenet.

Letra

Estopa
Miscellaneous
Vuelvo A Las Andadas
Vuelvo a las andadas y me vomito gritando un sueño
No me quedan balas si me despierto y sigo durmiendo
No me des la espalda que me acomplejas con tu mirada
No me pasa nada, que si me paras los pies
Creo que va a estallar, una olla a presión
Dentro de mi cabeza
Creo que estoy decayendo, me muero de rabia
Dame otra cerveza
No me miento lo sé, no quiero comerme el mono a pulso
Creo que debes marcharte, no sea que te grite y te mueras
Del susto, y si quieres …
Vuelvo a las andadas y me vomito gritando un sueño
No me quedan balas si me despierto y sigo durmiendo
No me des la espalda que me acomplejas con tu mirada
No me pasa nada que si me paras los pies
Que si me paras los pies, que si me paras los pies
Ya no me sale el sol, no me quito las botas ni al acostarme
Me come la desidia, y pa' que no te toque tendrás que atarme
Se me ha ido el color y hablo en blanco y negro
De tanto mirarme. Préstame una sonrisa si por esta noche tu
Quieres salvarme y si quieres
Vuelvo a las andadas y me vomito gritando un sueño
No me quedan balas si me despierto y sigo durmiendo
No me des la espalda que me acomplejas con tu mirada
No me pasa nada que si me paras los pies
Que si me paras los pies, que si me paras los pies
Me salen alas, puede que no valga
Mi sonrisa de oreja a oreja, vuelvo a mi almohada
A seguir nadando en cerveza
Vuelvo a las andadas y me vomito gritando un sueño
Un sueño que está vivo y que vive por dentro
Una rama de olivo que crece en el desierto
Un grito que se escapa de una garganta muda
O el sol de la mañana deslumbrándose en tu piel desnuda
Y si quieres
Vuelvo a las andadas y me vomito gritando un sueño
No me quedan balas si me despierto y sigo durmiendo
No me des la espalda que me acomplejas con tu mirada
No me pasa nada que si me paras los pies
Que si me paras los pies, que si me paras los pies
Me salen alas

Tradução da letra

Estopa
Miscellaneous
Estou De Volta Aos Trilhos
Volto às voltas e vomito a gritar um sonho
Não tenho balas se acordar e continuar a dormir
Não me vires as costas que me acompanhes com o teu olhar
Não me acontece nada, se me parares os pés
Acho que vai explodir, uma panela de pressão
Dentro da minha cabeça
Acho que estou a diminuir, estou a morrer de raiva
Dá-me outra cerveja
Eu não minto, eu sei, eu não quero comer o macaco no pulso
Acho que tens de ir, para não gritares e morreres
Do susto, e se você quiser …
Volto às voltas e vomito a gritar um sonho
Não tenho balas se acordar e continuar a dormir
Não me vires as costas que me acompanhes com o teu olhar
Não me acontece nada se me parares os pés
Que se me parares os pés, que se me parares os pés
Já não me nasce o sol, não Tiro as botas nem ao deitar-me
Come-Me a preguiça, e para que não te toque terás que me amarrar
Perdi a cor e falo a preto e branco
De tanto olhar para mim. Empresta me um sorriso se por esta noite tu
Queres salvar me e se quiseres
Volto às voltas e vomito a gritar um sonho
Não tenho balas se acordar e continuar a dormir
Não me vires as costas que me acompanhes com o teu olhar
Não me acontece nada se me parares os pés
Que se me parares os pés, que se me parares os pés
Tenho asas, talvez não valha a pena
Meu sorriso de orelha a orelha, volto para o meu travesseiro
Continuar a nadar na cerveja
Volto às voltas e vomito a gritar um sonho
Um sonho que está vivo e que vive por dentro
Um ramo de oliveira que cresce no deserto
Um grito que escapa de uma garganta muda
Ou o sol da manhã brilhando em sua pele nua
E se quiseres
Volto às voltas e vomito a gritar um sonho
Não tenho balas se acordar e continuar a dormir
Não me vires as costas que me acompanhes com o teu olhar
Não me acontece nada se me parares os pés
Que se me parares os pés, que se me parares os pés
Tenho asas