Zecchino d'Oro — L'amico albero letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "L'amico albero" de Zecchino d'Oro.
Letra
Il giorno in cui son nata, il mio papà
Sembrava pazzo di felicità;
Con tutto l'entusiasmo di un bambino
Piantò un bell'albero in mezzo al giardino.
Passaron gli anni e all'improvviso un dì
L'amico albero parlò così:
Sono l'aria che respiri,
Sono nave in mezzo ai mari,
Sono trave del tuo tetto,
Sono legno del tuo letto.
Sono bosco che protegge
Da una grande nevicata,
La valanga è mia nemica:
Tante volte l'ho fermata...
Ricordate,
Ricordatevi bambini:
Rispettate gli alberelli,
Li dovete sempre amare
Come fossero fratelli.
Sono carta del tuo libro,
Sono fiamma nel camino,
Il mio legno dà la voce
Alle corde del violino.
Sono frutta nel tuo piatto,
Nella chiesa sono fiore,
Son radice nella terra
Che non deve più franare...
Ricordate,
Ricordatevi bambini:
Rispettate gli alberelli,
Li dovete sempre amare
Come fossero fratelli.
Sono arpa per le dita
Della pioggia delicata,
Sono magico strumento
Nel concerto che fa il vento.
Son maestro per il coro
Di cicale e raganelle
E sto zitto ad ascoltare
Le parole delle stelle...
Ricordate,
Ricordatevi bambini:
Rispettate gli alberelli,
Li dovete sempre amare
Come fossero fratelli.
Tradução da letra
No dia em que nasci, meu pai parecia louco de felicidade; com todo o entusiasmo de uma criança plantou uma bela árvore no meio do jardim.
Os anos passaram e de repente um dia o amigo da árvore falou assim: eu sou o ar que respira, eu sou o navio no meio dos mares, eu sou o feixe do seu telhado, eu sou a madeira da sua cama.
Eu sou uma floresta que protege de uma grande queda de neve, a Avalanche é meu inimigo: muitas vezes eu a parei...
Lembrem-se, crianças: respeitem as mudas, devem amá-las sempre como irmãos.
Sou o papel do teu livro, sou a chama na lareira, a minha madeira dá voz às cordas do violino.
Eu sou fruto em seu prato, na igreja Eu sou flor, Eu sou raiz na terra que não deve mais se desintegrar...
Lembrem-se, crianças: respeitem as mudas, devem amá-las sempre como irmãos.
Sou harpa para os dedos da chuva suave, sou instrumento mágico no concerto que faz o vento.
Sou professor de cicada e do coro de raganelle e calo-me para ouvir as palavras das estrelas...
Lembrem-se, crianças: respeitem as mudas, devem amá-las sempre como irmãos.