Yves Montand — Ma douce vallée letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Ma douce vallée" de Yves Montand.

Letra

Traîné d’un air nonchalant
Par deux juments paresseuses
Un chariot va lentement
Sur la route poussiéreuse
Le garçon qui tient les rênes
Fixe d’un il fatigué
Les grands peupliers piqués
Le long de l’immense plaine
Il est triste et il chante
Qu’elle était verte ma vallée!
Qu’elle était douce à regarder!
Il faisait bon y travailler
Il faisait bon s’y reposer
Il porte un vieux pantalon
Une chemise à carreaux
Sur la tête un grand chapeau
Aux souliers des éperons
C’est un cow-boy qui trimballe
Dans un chariot qui brinqu’balle
Les restes de sa maison
Misérable cargaison
Il est triste et il chante
Qu’elle était verte ma vallée!
Qu’elle était douce à regarder!
Il faisait bon y travailler
Il faisait bon s’y reposer
Pour faire passer sur sa terre
Les rails du chemin de fer
Des messieurs bien habillés
Lui ont dit «Faut t’en aller»
Fuyant le bruit des machines
Et la fumée des usines
Dans un chariot délabré
Il va vers sa liberté
En chantant simplement
Qu’elle était verte ma vallée!
Qu’elle était douce à regarder!
Il faisait bon y travailler
Il faisait bon s’y reposer
Sur la route poussiéreuse
Un chariot va lentement

Tradução da letra

Arrastado com um ar descalabro
Por duas éguas preguiçosas
Um carrinho vai devagar
Na estrada poeirenta
O rapaz que segura as rédeas
Ele está cansado.
Os grandes poplars piqued
Ao longo da Grande Planície
Ele está triste e a cantar
Que era Verde O meu vale!
Que ela era doce de olhar!
Foi bom trabalhar lá.
Foi bom descansar lá.
Ele está a usar calças velhas.
Uma camisa xadrez
Na cabeça um chapéu grande
Aos sapatos das esporas
É um cowboy que anda por aí
Numa carruagem que brinqu ' ball
Os restos da sua casa
Carga miserável
Ele está triste e a cantar
Que era Verde O meu vale!
Que ela era doce de olhar!
Foi bom trabalhar lá.
Foi bom descansar lá.
Para passar pela sua terra
Trilho
Cavalheiros bem vestidos
Disseram - lhe: "tens de ir.»
Fugindo do ruído das máquinas
E fumo das fábricas
Num carrinho dilapidado
Ele vai para a sua liberdade
Simplesmente cantando
Que era Verde O meu vale!
Que ela era doce de olhar!
Foi bom trabalhar lá.
Foi bom descansar lá.
Na estrada poeirenta
Um carrinho vai devagar