Yves Jamait — Des mains de femme letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Des mains de femme" de Yves Jamait.

Letra

Des mains de femme dans ma mémoire

Traces de souvenirs fragiles

Viennent caresser d'illusoires

Moments de bonheur tactile



Des mains de femme dans mon enfance

Qui me consolent et qui me guident

Et comblent de mon existence

Le vide



Des mains qui touchent à l'essentiel

Des mains qui parlent en silence

Et qui par les mots qu'elles épellent

Effleurent la magnificence

Des mains de femme



J'ai tant aimé les mains des femmes

Sur mes maux s'est posé le baume

D'une empreinte ou d'un jeu de paume

De mains de femme

De mains de femme



Des mains qui travaillent le jour

Des mains qui caressent la nuit

Des mains usées dont les doigts gourds

N'auront jamais été vernis



Des mains qui s'insinuent, galantes

Et déboutonnent la pudeur

Et d'autres qui, chastes, se gantent

De la plus douce des candeurs



Comme des ceps des mains noueuses

Par trop d'automnes fatiguées

Des mains tremblantes et veineuses

Que les saisons ont inspiré

Des mains de femme



J'ai tant aimé les mains des femmes

Sur mes maux s'est posé le baume

D'une empreinte ou d'un jeu de paume

De mains de femme

De mains de femme



Je garderai en sentinelle

Dans ma mémoire dévoyée

Ces mains ouvertes comme les ailes

Qu'elles m'ont aidé à déployer



Je ne sais plus le goût des bouches

Où mes lèvres se sont posées

Et les cœurs gravés sur les souches

Et leurs serments d'éternité



Et les mots gourmands d'une dame

Délicieusement susurrés

Mais je sais que les mains des femmes

Jamais je ne les oublierai

Mais je sais que les mains des femmes

Jamais je ne les oublierai



J'ai tant aimé les mains des femmes

Sur mes maux s'est posé le baume

D'une empreinte ou d'un jeu de paume

De mains de femme

De mains de femme

Tradução da letra

Mãos de mulher na minha memória

Vestígios de memórias frágeis

Vem acariciar ilusório

Momentos de felicidade táctil



As mãos da mulher na minha infância

Que me confortam e me guiam

E preencher com a minha existência

Vazio



Mãos que tocam o essencial

Mãos que falam em silêncio

E quem pelas palavras que soletram

Toca a magnificência

Mãos de mulher



Eu amava tanto as mãos das mulheres.

Nas minhas doenças surgiu o bálsamo

A partir de uma pegada ou Palm play

Das mãos da mulher

Das mãos da mulher



Mãos que trabalham o dia

Mãos a acariciar à noite

Mãos desgastadas cujos dedos estão velhos

Nunca foram envernizados



Mãos a rastejar, Galante

E modéstia desapertada

E outros que, castos, se regozijam

Do mais doce dos cândidos



Como cachos de mãos atadas

Por muitos autumns cansados

Mãos trémulas e venosas

Que as estações do ano inspiraram

Mãos de mulher



Eu amava tanto as mãos das mulheres.

Nas minhas doenças surgiu o bálsamo

A partir de uma pegada ou Palm play

Das mãos da mulher

Das mãos da mulher



Vou guardá - lo Sentinel.

Na minha memória desviante

Estas mãos abrem como asas

Que me ajudaram a implantar



Já não sei o sabor das bocas.

Onde os meus lábios se puseram

E corações gravados nos tocos

E seus juramentos eternos,



E as palavras gananciosas de uma senhora

Deliciosamente sussurrado

Mas eu sei que as mãos das mulheres

Nunca os esquecerei.

Mas eu sei que as mãos das mulheres

Nunca os esquecerei.



Eu amava tanto as mãos das mulheres.

Nas minhas doenças surgiu o bálsamo

A partir de uma pegada ou Palm play

Das mãos da mulher

Das mãos da mulher