Yves Jamait — Arrête! letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Arrête!" de Yves Jamait.

Letra

D'accord je suis mal placé

Pour donner des leçons

De sobriété

Mais là on a l'air con.

C'est plus que des borborygmes

Quand tu ouvres la bouche

C'est rien que des énigmes

En plus t'en tiens une couche



Tu bégaies ton verre vide

Et on y comprend rien

Tes cuites prennent du bide

Tu radotes ton vin

T'as d'la haine sur la lippe

Des yeux de bovin ailleurs

Et t'as même plus les tripes

T'as l'foie mais t'as plus l'cœur.



Arrête!

Et rentre chez toi

Tu postillonnes sur le comptoir

Des histoires dont tout le monde se fout

Arrête!

Rentre chez toi.



Si j'en crois bien mes yeux

Je n'en crois pas les tiens

Leur mensonge est trop vieux

Pour regretter demain.

L'ivresse ce n'est pas ça

Tu deviens pathétique

Tu ne bois que pour toi

Comme les alcooliques.



Faut te calmer les nerfs

Là tu deviens pesant

Viens on va prendre l'air

Et puis y'a des enfants

Tu vois tu leur fais peur

A gueuler comme un âne

J't'ai connu plus rieur

Mais là ferme les vannes.



Arrête!

Et rentre chez toi

Tu n'vois pas qu'ton orgueil se barre

Et toi tu lui creuses son trou

Arrête!



Allez, on peut rentrer

Il n'y a plus personne

Que tu n’aies insulté

En déversant la somme

De toutes tes aigreurs

De ce vinaigrier

Qui te sert de cœur

Une fois aviné.



Tiens nous voilà dehors

Non tu n'vas pas chialer

A chialer sur ton sort

Tu commences à faire chier

Non mais regarde nous

T'as vu à quoi on ressemble

J'ai de drôle de dégouts

Tandis que toi tu trembles.



On n'l'a pas vu partir

Elle est passée trop vite

La jeunesse pour finir

N'a durer qu'une cuite.

Tradução da letra

Está bem, estou num sítio mau.

Para dar lições

Sobriedade

Mas agora parecemos estúpidos.

É mais do que disparates.

Quando abrires a boca

Não passa de enigmas.

Além disso, tens uma fralda na mão.



Estás a gaguejar no teu copo vazio.

E não entendemos.

Os teus bolos dão uma dentada

Bebe o teu vinho.

Tu odeias lippe.

Outros olhos de gado

E tu nem sequer tens coragem.

Tens um fígado, mas não tens coração.



Pára!

E vai para casa.

POSAS no balcão.

Histórias com as quais todos se preocupam

Pára!

Casa.



Se eu acreditar nos meus olhos

Não acredito no teu.

A mentira deles é muito antiga.

Para te arrependeres amanhã.

A embriaguez não é isso.

Estás a ficar patético.

Só bebes por ti.

Como Alcoólicos.



Tens de acalmar os nervos.

Aí te tornas pesado

Vamos apanhar ar.

E depois há crianças.

Estás a assustá-los.

Uivando como um burro

Eu conhecia - te mais rindo.

Mas fechem as válvulas.



Pára!

E vai para casa.

Não vês que o teu orgulho desapareceu?

E tu cavas o buraco dele

Pára!



Vamos, podemos ir para casa.

Não sobrou ninguém.

Que não insultaste

Derramando a soma

De todas as tuas tristezas

Deste vinagre

Que te serve como coração

Quando acabar.



Aqui estamos nós lá fora.

Não, Não vais chorar.

A chorar pelo teu destino

Estás a começar a irritar-te.

Não, mas olha para nós.

Já viste como somos?

Tenho uma veia engraçada.

Enquanto tremes.



Não o vimos sair.

Ela passou muito depressa.

Juventude ao fim

Só dura um pouco.