Yves Duteil — La légende des arbres letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "La légende des arbres" de Yves Duteil.

Letra

Un jour, le roi des arbres runit ses sujets
Dans son palais de marbre, au cњur de la fort.
Le chne Brocliande, le cdre du Liban
Et le vieux pin des Landes conurent un vaste plan.
Le vent porta l’affaire travers les forts.
Les arbres de la Terre ont dclar la paix.
Vivre tait leur dsir, porter chacun leurs fruits
C’tait «vaincre ou mrir», leur devise et leur cri.
Leurs fleurs, en grand mystre, imperceptiblement
S’ouvraient vers la lumire en prenant tout leur temps
Et du cњur des charpentes, des coques des bateaux
Aux linteaux des soupentes et aux traverses du mtro
Du papier dans les livres et du corps des crayons
Le bois semblait revivre et devenait chanson.
Libres de leurs amarres, les mts qui naviguaient
Rpondaient aux guitares et les arbres chantaient.
Jamais de mmoire d’homme, on n’entendit ce chant
Mais dans le cњur des ormes, il rsonnait comme un printemps.
Cyprs de Palestine et l’arbre de Jude
Ont ml leurs racines autour de l’olivier.
Les arbres de la Terre se sont tendu les mains
Par-del les frontires au-dessus des humains.
Et la rose des vents, changeant les pollens
A mis du pommier blanc sur les fleurs de l’bne.
Et la rose des vents, changeant les pollens
A mis du pommier blanc sur les fleurs de l’bne.
Cette lgende ancienne, on l’entend dans les bois
Le vent dans les vieux chnes la chante encore parfois.
Celui de Brocliande et le cdre au Liban
Mais le vieux pin des Landes a brl entre-temps.
Les saules ont tant vers de larmes de rose
Tant port dans leurs feuilles les deuils du temps pass.
Si nous n’entendions plus ce que le vent nous crie
Les hommes auraient perdu la source de leur vie
Et le parfum des fleurs, la pulpe de leurs fruits
Dverseraient en vain au fond des cњurs meurtris
Des torrents de douceur et des flots d’harmonie.

Tradução da letra

Um dia, o rei das árvores governa os seus súbditos.
No seu palácio de mármore, no coração do Forte.
O Chne Brocliande, o cdre do Líbano
E o Velho Pinheiro das Landes contém um vasto plano.
O vento levou a mala pelos fortes.
As árvores da terra têm paz.
Vivem os seus dsir, cada um dá os seus frutos
Era "derrota ou mrir", o seu lema e o seu grito.
As suas flores, em grande mística, imperceptivelmente
Aberto para a luz tomando todo o seu tempo
E o coração dos quadros, os cascos dos navios
Para os lintels dos sumpentes e para os adormecidos do mtro
Papel em livros e corpo de lápis
A Madeira parecia reviver e se tornou uma canção.
Livres das suas amarras, os mts que navegaram
Eles responderam às guitarras e as árvores cantaram.
Nunca a voz de um homem, ouvimos esta canção
Mas no coração do Ulmeiro, parecia uma primavera.
Chipre da Palestina e a árvore Jude
Têm as suas raízes à volta da oliveira.
As árvores da Terra estenderam suas mãos
Além das fronteiras acima dos humanos.
E o vento levantou-se, mudando o pólen
Põe uma macieira branca nas flores do bne.
E o vento levantou-se, mudando o pólen
Põe uma macieira branca nas flores do bne.
Este velho igende é ouvido na floresta
O vento no velho chnes ainda canta às vezes.
Brocliande e o cdre no Líbano
Mas o Velho Landes Pine tem brl, entretanto.
Os salgueiros têm tantas minhocas.
Tantos ursos nas suas folhas o luto do tempo passa.
Se não ouvíssemos o que o vento estava a gritar connosco
Os homens teriam perdido a fonte das suas vidas.
E a fragrância das flores, a polpa dos seus frutos
Derramaria em vão para o fundo dos corações feridos
Torrentes de doçura e ondas de harmonia.