Yves Duteil — Et Puis Voilà Que Tu Reviens letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Et Puis Voilà Que Tu Reviens" de Yves Duteil.
Letra
Tu n'étais plus qu’une ombre ancienne et puis, voilà que tu reviens.
J’avais si peur que tu reviennes, je t’avais oubliée si bien
Oublié jusqu'à mon enfance où tu faisais de mes matins
Des derniers matins de vacances, des premiers soirs de collégien.
Tu n'étais plus qu’un vieux silence et puis, voilà que tu reviens.
Quand j'écrivais tous mes problèmes sur un journal à l’encre bleue
Quand j’ai dit mon premier «Je t’aime», c'était pour t’oublier un peu.
Même oubliée pour d’autres peines, même oubliée pour presque rien.
Je t’avais oubliée quand même, le cœur moins lourd de tes chagrins
Et puis j'étais enfin moi-même, et puis, voilà que tu reviens.
Mais j'écrivais mes soirs de brume, à l’encre bleue de tes embruns.
Je savais qui tenait la plume, j’ignorais qui tenait ma main
Et pour une aube un peu trop grise, la nostalgie des jours anciens
Une blessure un peu trop vive, je ne saurai jamais très bien.
J’avais envie d’une autre rive pour un instant, pour un matin.
J’avais envie que tu revives et puis, voilà que tout revient.
Tradução da letra
Eras apenas uma sombra antiga e depois voltaste.
Tinha tanto medo que voltasses, que me esqueci tão bem de TI.
Esquecido até à minha infância onde costumavas fazer as minhas manhãs
Últimas manhãs de férias, primeiras noites de faculdade.
Não passas de um velho silêncio e depois voltas.
Quando escrevia todos os meus problemas num jornal A tinta azul
Quando disse "amo-te", foi para te esquecer um pouco.
Até esquecido por outras tristezas, até esquecido por quase nada.
Tinha-te esquecido de qualquer maneira, o coração menos pesado das tuas mágoas
E então eu estava finalmente em mim, e então, aqui você volta.
Mas estava a escrever as minhas noites nebulosas, com a tinta azul do teu spray.
Eu sabia quem estava segurando a caneta, Eu não sabia quem estava segurando minha mão
E para um amanhecer Um pouco cinza demais, a nostalgia dos velhos tempos
Uma ferida um pouco afiada demais, nunca saberei muito bem.
Queria outra margem por um momento, por uma manhã.
Queria que vivesses de novo, e depois tudo volta.