Your Tomorrow Alone — One Last Breath letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "One Last Breath" de Your Tomorrow Alone.

Letra

Silent are his journey and his roaming
He migrates across infinite places
Obscure lands, face to face
One hundred masks like buds of grass
He trampled them with a sea of tears
Dried, they cannot wrinkle
A destiny to die, forever
Is to die forever
Now, once again, he glimpses the chasm
Try to breathe deeply
Without defining the last step
Toward the void that turned up (turn yourself)
Almost sinking in his fears (his own fears)
The thoughts draw to a close
An existence without lonely places
He pretends to resist
To return back
Down, down
Remembers his past
The thoughts drive him
A trampled grass
Tied, tied
That chains his wandering
Oh tied, tied
That chains his wandering… his wandering
Wandering through a path of farewell
An infinite maze, no way out
Only distant lights
Toward the void that turned up (turn yourself)
Almost sinking in his fears (his own fears)
The thoughts draw to a close
An existence without lonely places
Falling down on his knees (drop down)
Broken body lies on the ground (on a shattered ground)
Crawling on the wall
Where everybody wrote off their awareness
A wetland takes shape all around
The fascination of the end caresses his naked skin
Fearful to catch every movement, he waits and breathes
He lies there, I see him
He is transfigured

Tradução da letra

Silent are his journey and his roaming
Ele migra através de lugares infinitos
Terras obscuras, cara a cara
Cem máscaras como erva
Ele pisou-os com um mar de lágrimas
Secos, não podem enrugar
Um destino para morrer, para sempre
É morrer para sempre
Agora, mais uma vez, ele vislumbra o abismo.
Tenta respirar fundo.
Sem definir o último passo
Em direção ao vazio que apareceu (vire-se)
Quase afundando em seus medos (seus próprios medos)
Os pensamentos chegam ao fim
Uma existência sem lugares solitários
Ele finge resistir
Para voltar
Para baixo, para baixo
Lembra-se do seu passado
Os pensamentos levam-no
Uma relva pisada
Amarrado, amarrado
Que acorrenta o seu errante
Oh amarrado, amarrado
Que acorrenta o seu vaguear ... o seu vaguear
Vagueando por um caminho de despedida
Um labirinto infinito, sem saída
Apenas Luzes distantes
Em direção ao vazio que apareceu (vire-se)
Quase afundando em seus medos (seus próprios medos)
Os pensamentos chegam ao fim
Uma existência sem lugares solitários
Cair de joelhos)
Corpo quebrado está no chão (em um solo despedaçado)
Rastejando na parede
Onde todos Apagaram a sua consciência
Uma zona húmida toma forma por todo o lado
O fascínio do fim acaricia a sua pele nua
Com medo de apanhar cada movimento, ele espera e respira
Ele está ali deitado, eu vejo-o.
Ele é transfigurado