Your Favorite Enemies — Sketching Dreams letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Sketching Dreams" de Your Favorite Enemies.

Letra

Sketching dreams over the edge of wonders
I’m standing in the dark
The waves are up high and so are we Blissful pearls fading all over sea
Illusion’s the same, deep blue and gray
Blooming secrets in motion shades
Memories are the light feeding the pain
From late night shadows and human clay
And I do wonder, from all despairs
Shaping white lies in sacred whispers
Are we crumbling down to fill up our share
Staring at the sky, ain’t we all,
ain’t we all strangers
Your rumbling hallows are stretching visions
Sleepless mornings wrapped in yellow
Shameful brightness, purple ribbons
The skin is soft when love’s unsettled
Illusion’s the same, deep blue and gray
Blooming secrets in motion shades
Memories are the light feeding the pain
From late night shadows and human clay
And I do wonder, from all despairs
Shaping white lies in sacred whispers
Are we crumbling down to fill up our share
Staring at the sky, ain’t we all,
ain’t we all strangers

Tradução da letra

Esboçar sonhos sobre o limite das maravilhas
Estou no escuro
As ondas estão no alto e assim estamos felizes pérolas a desvanecer-se por todo o mar
A ilusão é a mesma, azul profundo e cinzento
Segredos florescentes em tons de movimento
As memórias são a luz que alimenta a dor
Das sombras da noite e do barro humano
E pergunto-me, de todos os desesperados
Moldar o branco está em sussurros sagrados
Estamos a desmoronar-nos para encher a nossa parte
A olhar para o céu, não estamos todos?,
não somos todos estranhos
Os vossos corredores esticam visões.
Manhãs sem sono embrulhadas em amarelo
Brilho vergonhoso, fitas roxas
A pele é macia quando o amor está inquieto
A ilusão é a mesma, azul profundo e cinzento
Segredos florescentes em tons de movimento
As memórias são a luz que alimenta a dor
Das sombras da noite e do barro humano
E pergunto-me, de todos os desesperados
Moldar o branco está em sussurros sagrados
Estamos a desmoronar-nos para encher a nossa parte
A olhar para o céu, não estamos todos?,
não somos todos estranhos