Your Favorite Enemies — À ces matins sans âme letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "À ces matins sans âme" de Your Favorite Enemies.

Letra

À ces matins sans chaleur
artifices de lumières et ivresses d’ombres
à défaut de toi
À ces chagrins sans remords
à ces hivers sans couleurs
à ces nuits sans toi
Où je me saoule à l’air du temps
perdu entre deux leurres
sans véritable plan
Bien que tapi dans ces moments que l’on nomme souvenirs,
chimères de cœur
Que l’on croyait sans tristesse
histoire de se voir, ou moyen de se dire
que nous étions d'éternels amants
alors qu'à défaut de toi… la marée se retire
sans y avoir laissé trace,
ne serait-ce que d’un hâtif soupir…
À ces matins sans âme
à cet espace libre
qui un jour fut tien
à ce bonheur proscrit, devenu stérile, qui tes parfums porte toujours
de ceux-là même dont je m’enivre
car à défaut de toi, et pour l’instant d’un désir
je ne peux que prétendre
qu'à lendemains en berne, alors que mon esprit dérive, hors de ces murs
il n’en saura retrouver son chemin…
qu'à défaut de toi…
À ces matins sans aube
nausées d’hier et mémoires hagardes
à défaut de toi
À ces brouillards sans regrets
à ces touchers sans saveurs
à ces nuits sans toi
Où je me perds sans retenue
illusion d’un regard, sans véritable éclat
Confus de n’en avoir jamais saisi sa véritable nature
petite mort artificielle
Que l’on croyait libre de mirages
histoire de se voir, ou moyen de se dire…
Qu’au-delà des images que l’on peint à contre-jour
à défaut de toi…
crépuscule ficelé de blanc…
Il n’en est pas moins trompe-l'œil
que cette maison de verre polie par le vent (des jours)
À ces matins sans âme
à cet espace libre, qui un jour fut tien
à ce bonheur proscrit, devenu stérile
qui tes parfums porte toujours
de ceux-là même dont je m’enivre
car à défaut de toi
et pour l’instant d’un désir, je ne peux que prétendre
qu'à lendemains en berne
alors que mon esprit dérive
hors de ces murs
il n’en saura retrouver son chemin…
vague dérive…
sans pardon, sans mot dire…
rêve soumis et espoir en exil…
à défaut de toi…
je ne suis, à vrai dire
qu’un autre de ces matins feutrés et las…

Tradução da letra

Para aquelas manhãs sem calor
fogos de artifício de luzes e embriaguez de sombras
sem ti
A estas tristezas sem remorsos
para estes invernos sem cores
para aquelas noites sem ti
Onde me embebedo no ar do tempo
perdido entre duas Iscas
sem um plano real
Embora espreitando nestes momentos que são chamadas de Memórias,
quimeras do coração
Que se acreditava sem tristeza
história de ver ou dizer
que éramos amantes eternos
enquanto sem ti ... a maré recua
sem deixar rasto,
se ao menos um suspiro apressado…
Para aquelas manhãs sem alma
para este espaço livre
que uma vez foi tua
para esta felicidade proibida, torna-te estéril, que os teus perfumes carregam sempre
as mesmas em que me embebedo
porque na ausência de TI, e no momento de um desejo
Só posso fingir
que no dia seguinte, em Berna, enquanto a minha mente flutua, para fora destas paredes
ele não vai encontrar o caminho de volta.…
que sem ti…
Para aquelas manhãs sem amanhecer
as náuseas de ontem e as memórias pechinchas
sem ti
Para estas brumas sem arrependimentos
para aqueles toques sem sabores
para aquelas noites sem ti
Onde me perco sem restrições
ilusão de um olhar, sem brilho real
Confuso por nunca ter compreendido a sua verdadeira natureza
pequena morte artificial
Que pensávamos estar livres de miragens
história de ver ou dizer…
Que além das imagens que são pintadas na luz de fundo
sem ti…
Twilight pendurada com o branco…
Não é menos trompe-l'oeil
que esta casa de vidro polido pelo vento (dias))
Para aquelas manhãs sem alma
para este espaço livre, que já foi teu.
para esta felicidade proibida, tornar-se estéril
que os teus perfumes usam sempre
as mesmas em que me embebedo
porque sem ti
e no momento de um desejo, só posso fingir
que amanhã em Berna
enquanto a minha mente flutua
fora destas paredes
ele não vai encontrar o caminho de volta.…
deriva da onda…
sem perdão, sem uma palavra para dizer…
sonho submisso e esperança no exílio…
sem ti…
Não sou, para ser honesto.
que outra daquelas manhãs silenciosas e cansativas…